Gilmar pode voltar de Portugal para votar no caso Lula

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, poderá retornar ao Brasil para participar do julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Lula contra sua prisão após condenação em segunda instância; Gilmar participa do 6º Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), instituto jurídico criado por ele; julgamento do HC está marcado para o próximo dia 4 de abril

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, poderá retornar ao Brasil para participar do julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Lula contra sua prisão após condenação em segunda instância; Gilmar participa do 6º Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), instituto jurídico criado por ele; julgamento do HC está marcado para o próximo dia 4 de abril
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, poderá retornar ao Brasil para participar do julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Lula contra sua prisão após condenação em segunda instância; Gilmar participa do 6º Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), instituto jurídico criado por ele; julgamento do HC está marcado para o próximo dia 4 de abril (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, poderá retornar ao Brasil para participar do julgamento do mérito do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Lula contra sua prisão após condenação em segunda instância. 

Gilmar participa do 6º Fórum Jurídico de Lisboa, promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), instituto jurídico criado por ele. O julgamento do HC está marcado para o próximo dia 4 de abril. 

"A tertúlia de Gilmar vai de terça a quinta da semana que vem, o que significa que, além desta semana, o ministro ia enforcar a próxima. Um dia de feriado, 16 dias corridos de ausência. Como é doce ser ministro", diz o colunista Ricardo Rangel, do Globo.

 

 

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