Gleisi pede rigor em apuração de ação do Exército e manifestação de Moro

"A brutalidade não pode ser solução para segurança pública. O Rio esta dramático. Exército, assim como Moro, que até agora não apresentou nada para a a segurança, precisam se manifestar", cobrou nas redes sociais a presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR)

Gleisi pede rigor em apuração de ação do Exército e manifestação de Moro
Gleisi pede rigor em apuração de ação do Exército e manifestação de Moro (Foto: Alessandro Dantas/PT)

247 - A deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), cobrou rigor na apuração da ação do Exército que fuzilou com 80 tiros o carro de uma família no Rio de Janeiro neste domingo 7, matando o músico Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, na frente da esposa e do filho.

"A brutalidade não pode ser solução para segurança pública. O Rio esta dramático. Exército, assim como Moro, que até agora não apresentou nada para a a segurança, precisam se manifestar", cobrou Gleisi nas redes sociais.

Até agora não houve manifestação formal do ministro da Justiça, nem das Forças Armadas. Boulos também cobrou posição de Moro. O delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, disse que "tudo indica" que a ação foi cometida "por engano", ao confundir o carro com o de assaltantes. 

Dez dos 12 militares presentes na ação foram presos por ordem do Exército. Segundo o Comando Militar do Leste (CML), eles foram presos em flagrante por descumprimento das regras de engajamento. Foram constatadas inconsistências entre os fatos inicialmente reportados pelos militares envolvidos e as informações que chegaram posteriormente ao Exército.

O repórter da Globo Carlos de Lannoy, autor de uma reportagem no programa 'Fantástico', neste domingo 7, sobre o caso, recebeu ameaças nas redes sociais. O autor das ameaças é bolsonarista e fã de Sergio Moro. Ele foi identificado como Erick Procópio, advogado no Rio Grande do Norte.

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