Golpistas tentarão intimidar ministros do STF

Movimentos pró-impeachment pretendem protestar em frente ao Supremo Tribunal Federal no dia 16, quando a corte se reúne para discutir o rito do processo no Congresso; manifestantes planejam intimidar o ministro Luiz Edson Fachin, que barrou o golpe de Eduardo Cunha nessa semana, ao passar em um telão um vídeo dele declarando apoio à presidente Dilma em 2014

Movimentos pró-impeachment pretendem protestar em frente ao Supremo Tribunal Federal no dia 16, quando a corte se reúne para discutir o rito do processo no Congresso; manifestantes planejam intimidar o ministro Luiz Edson Fachin, que barrou o golpe de Eduardo Cunha nessa semana, ao passar em um telão um vídeo dele declarando apoio à presidente Dilma em 2014
Movimentos pró-impeachment pretendem protestar em frente ao Supremo Tribunal Federal no dia 16, quando a corte se reúne para discutir o rito do processo no Congresso; manifestantes planejam intimidar o ministro Luiz Edson Fachin, que barrou o golpe de Eduardo Cunha nessa semana, ao passar em um telão um vídeo dele declarando apoio à presidente Dilma em 2014 (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Depois de ir às ruas neste domingo 13, o plano dos golpistas é intimidar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Movimentos pró-impeachment pretendem protestar em frente à corte na quarta-feira 16, quando será discutido o rito do processo no Congresso.

O plenário analisará duas ações apresentadas pelo PCdoB, contra a votação secreta determinada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para eleger a comissão de impeachment, e contra a criação de uma chapa alternativa para a disputa.

As duas representações já foram barradas pelo ministro Luiz Edson Fachin nessa semana, barrando o golpe de Cunha. Mas agora será debatida pelos demais integrantes do Supremo.

Uma forma de intimidação direta a Fachin, segundo a colunista Mônica Bergamo, será transmitir em um telão, na Praça dos Três Poderes, um vídeo do ministro declarando apoio à presidente Dilma Rousseff na eleição de 2014.

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