Governo deve ir ao STF se for derrotado na Comissão Especial

Advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pedir a nulidade do processo logo que a Comissão Especial do impeachment aprovar o eventual afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; “Na autorização da denúncia pela Câmara ninguém debateu o crime pela qual a presidente era acusada. Além disso, nas razões dos votos dos parlamentares, houve até quem citasse pedaladas de 2014”, afirmou Cardozo 

Advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pedir a nulidade do processo logo que a Comissão Especial do impeachment aprovar o eventual afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; “Na autorização da denúncia pela Câmara ninguém debateu o crime pela qual a presidente era acusada. Além disso, nas razões dos votos dos parlamentares, houve até quem citasse pedaladas de 2014”, afirmou Cardozo 
Advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pedir a nulidade do processo logo que a Comissão Especial do impeachment aprovar o eventual afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado; “Na autorização da denúncia pela Câmara ninguém debateu o crime pela qual a presidente era acusada. Além disso, nas razões dos votos dos parlamentares, houve até quem citasse pedaladas de 2014”, afirmou Cardozo  (Foto: Roberta Namour)
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247 – O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo deve recorrer ao Supremo Tribunal Federal para pedir a nulidade do processo logo que a Comissão Especial do impeachment aprovar o eventual afastamento da presidente Dilma Rousseff no Senado.

“Na autorização da denúncia pela Câmara ninguém debateu o crime pela qual a presidente era acusada. Além disso, nas razões dos votos dos parlamentares, houve até quem citasse pedaladas de 2014”, afirmou Cardozo.

Ele afirma que vai fazer uma força-tarefa junto aos parlamentares: “Eu vou procurar os senadores para explicar nossas razões. Trata-se de uma situação que não existe crime de responsabilidade contra a presidente”, disse.

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