Governo FHC também praticou presidencialismo de cooptação, diz Goldman

Um dos tucanos críticos ao programa partidário do PSDB que foi ao ar em rádio e TV nesta semana, com uma tentativa de autocrítica do partido, o vice-presidente da legenda e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também praticou "presidencialismo de cooptação" em seu governo; o termo foi usado no programa, em crítica ao governo Temer, por sugestão de FHC

Um dos tucanos críticos ao programa partidário do PSDB que foi ao ar em rádio e TV nesta semana, com uma tentativa de autocrítica do partido, o vice-presidente da legenda e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também praticou "presidencialismo de cooptação" em seu governo; o termo foi usado no programa, em crítica ao governo Temer, por sugestão de FHC
Um dos tucanos críticos ao programa partidário do PSDB que foi ao ar em rádio e TV nesta semana, com uma tentativa de autocrítica do partido, o vice-presidente da legenda e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também praticou "presidencialismo de cooptação" em seu governo; o termo foi usado no programa, em crítica ao governo Temer, por sugestão de FHC (Foto: Gisele Federicce)

247 - Entre os tucanos críticos do programa partidário do PSDB que foi ao ar na quinta-feira 17 em cadeia de rádio e televisão, com uma tentativa de mensagem de autocrítica do partido, o vice-presidente da legenda e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também praticou "presidencialismo de cooptação" durante seu governo (1995-2002).

"O presidencialismo de cooptação é histórico no Brasil", disse Goldman em entrevista ao jornal Valor Econômico nesta sexta-feira 18. "Coalizão, cooptação, chame como você quiser isso. Mas a realidade tem sido essa, histórica", completou.

"Nós passamos por isso no próprio governo Fernando Henrique Cardoso. Nós tivemos esses problemas também, em maior ou menor grau. Isso foi potencializado, transformou-se numa coisa genérica nos governos petistas. Virou uma totalidade, uma política geral, não uma exceção. Nosso papel é mudar isso aí. Por isso defendemos o parlamentarismo, o voto distrital misto", afirmou ainda o tucano.

O termo foi usado no programa para descrever a forma de governar de Michel Temer. A sugestão para o uso do termo foi do próprio FHC. O programa intensificou o racha no partido, que quer até encurtar o mandato interino do presidente Tasso Jereissati, trazendo de volta o senador Aécio Neves, licenciado do cargo após virar alvo de escândalos de corrupção.

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