Governo Temer começa a punir 'infiéis' para acalmar o centrão

Governo Michel Temer deu início às retaliações contra deputados da base aliada que votaram pelo prosseguimento da denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) na votação da Câmara que resultou no arquivamento do pedido de investigação; ao todo, cerca de 40 parlamentares deverão ser punidos com a perda de cargos na máquina pública federal; líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, estão à frente das negociações

Governo Michel Temer deu início às retaliações contra deputados da base aliada que votaram pelo prosseguimento da denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) na votação da Câmara que resultou no arquivamento do pedido de investigação; ao todo, cerca de 40 parlamentares deverão ser punidos com a perda de cargos na máquina pública federal; líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, estão à frente das negociações
Governo Michel Temer deu início às retaliações contra deputados da base aliada que votaram pelo prosseguimento da denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) na votação da Câmara que resultou no arquivamento do pedido de investigação; ao todo, cerca de 40 parlamentares deverão ser punidos com a perda de cargos na máquina pública federal; líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, estão à frente das negociações (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O governo Michel Temer deu início às retaliações contra deputados da base aliada que votaram pelo prosseguimento da denúncia de corrupção passiva feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) na votação da Câmara que resultou no arquivamento do pedido de investigação. Ao todo, cerca de 40 parlamentares deverão ser punidos com a perda de cargos na máquina pública federal.

Além da retaliação contra os infiéis, o governo também espera acalmar os partidos de chamado "centrão", que após votarem pelo arquivamento da denúncia passaram a pressionar Temer por cargos e ameaçam acatar novas denúncias ou mesmo atrapalhar a aprovação das reformas consideradas fundamentais, como a da Previdência. O líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), e o ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, estão à frente das negociações.

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