Herman Benjamin: Marcelo Odebrecht herdou e aperfeiçoou 'cultura da propina'

No duro e longo voto em que pediu a cassação da chapa Dilma-Temer nas eleições presidenciais de 2014, o ministro Herman Benjamin, relator da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não poupou críticas à Odebrecht; “Marcelo Odebrcht herdou não só uma empresa, mas sim uma cultura de propina e a sofisticou. Ele é a terceira geração de uma empresa que dominou os poderes constituídos no Brasil desde a abertura das portas, lá atrás, ainda na Bahia, com uma pequena empresa. Ele era o administrador de um grande grupo econômico e de um dos maiores e mais sofisticados esquemas de corrupção do mundo”, disse o ministro Herman Benjamin, acrescentando que os esquema de propina atingiu os principais partidos do país

No duro e longo voto em que pediu a cassação da chapa Dilma-Temer nas eleições presidenciais de 2014, o ministro Herman Benjamin, relator da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não poupou críticas à Odebrecht; “Marcelo Odebrcht herdou não só uma empresa, mas sim uma cultura de propina e a sofisticou. Ele é a terceira geração de uma empresa que dominou os poderes constituídos no Brasil desde a abertura das portas, lá atrás, ainda na Bahia, com uma pequena empresa. Ele era o administrador de um grande grupo econômico e de um dos maiores e mais sofisticados esquemas de corrupção do mundo”, disse o ministro Herman Benjamin, acrescentando que os esquema de propina atingiu os principais partidos do país
No duro e longo voto em que pediu a cassação da chapa Dilma-Temer nas eleições presidenciais de 2014, o ministro Herman Benjamin, relator da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não poupou críticas à Odebrecht; “Marcelo Odebrcht herdou não só uma empresa, mas sim uma cultura de propina e a sofisticou. Ele é a terceira geração de uma empresa que dominou os poderes constituídos no Brasil desde a abertura das portas, lá atrás, ainda na Bahia, com uma pequena empresa. Ele era o administrador de um grande grupo econômico e de um dos maiores e mais sofisticados esquemas de corrupção do mundo”, disse o ministro Herman Benjamin, acrescentando que os esquema de propina atingiu os principais partidos do país (Foto: Aquiles Lins)

247 com Jornal do Brasil - No duro e longo voto em que pediu a cassação da chapa Dilma-Temer nas eleições presidenciais de 2014, o ministro Herman Benjamin, relator da ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não poupou críticas à Odebrecht. 

“A Odebrecht utilizou e abusou do método clandestino de apropriação dos candidatos brasileiros, de quase todos os partidos”, declarou o ministro. “No caso específico da Odebrecht, os [valores] não oficiais superam em muito os oficiais. E isso não foi prática de um único partido, nem só dessa coligação [PT-PMDB]. Não vamos imaginar que se trata de um pecado de um único partido ou dois que inventaram essas práticas”, acrescentou Benjamim.

Ao se referir ao depoimento em que o próprio ex-presidente da construtora Marcelo Odebrecht contou ter disponibilizado R$ 150 milhões para as eleições presidenciais de 2014, Benjamim classificou o empresário de "o especialista no esquema de corrupção [política]”.

“Marcelo Odebrcht herdou não só uma empresa, mas sim uma cultura de propina e a sofisticou. Ele é a terceira geração de uma empresa que dominou os poderes constituídos no Brasil desde a abertura das portas, lá atrás, ainda na Bahia, com uma pequena empresa. Ele era o administrador de um grande grupo econômico e de um dos maiores e mais sofisticados esquemas de corrupção do mundo”.

 

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