Imbassahy: punição a parlamentares infiéis 'virá com naturalidade'

Ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy (PSDB), disse que as punições e retaliações contra os parlamentares da base aliada que votaram a favor da denúncia contra Michel Temer, no último dia 2, virão com "muita naturalidade"; "Foi uma votação em que o parlamentar fez uma opção em votar a favor ou contra o afastamento do presidente da República. Foi uma opção que cada deputado teve. De maneira que cada um tomou sua decisão e agora cabe as consequências que virão com muita naturalidade", avisou

Brasília - O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antonio Imbassahy, fala à imprensa, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antonio Imbassahy, fala à imprensa, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy (PSDB), disse que as punições e retaliações contra os parlamentares da base aliada que votaram a favo da denúncia contra Michel Temer, no último dia 2, virão com "muita naturalidade". "Foi uma votação em que o parlamentar fez uma opção em votar a favor ou contra o afastamento do presidente da República. Foi uma opção que cada deputado teve. Isso a gente absolutamente respeita a opção de cada um. De maneira que cada um tomou sua decisão e agora cabe as consequências que virão com muita naturalidade", avisou Imbassahy.

Pelas contas do governo, a pressão para que o governo exonere membros indicados por grandes partidos da base, como o PSDB, que votaram pela aceitação da denúncia parte principalmente dos partidos do chamado "centrão", que possuem grande número de parlamentares, apesar da baixa expressão política. A pressão é para que o governo reconheça o apoio no arquivamento da denúncia e os recompense com cargos e verbas.

 

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