Inclusão de Guerra em relatório assusta oposição

A citação do falecido Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, entre os alvos de pedido de investigação no relatório do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) causou perplexidade entre os oposicionistas, segundo o colunista Ilimar Franco; foi "para demonstrar isenção", avalia o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN); o mesmo tratamento não valeu para o ex-governador Eduardo Campos, também falecido

A citação do falecido Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, entre os alvos de pedido de investigação no relatório do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) causou perplexidade entre os oposicionistas, segundo o colunista Ilimar Franco; foi "para demonstrar isenção", avalia o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN); o mesmo tratamento não valeu para o ex-governador Eduardo Campos, também falecido
A citação do falecido Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, entre os alvos de pedido de investigação no relatório do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) causou perplexidade entre os oposicionistas, segundo o colunista Ilimar Franco; foi "para demonstrar isenção", avalia o presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN); o mesmo tratamento não valeu para o ex-governador Eduardo Campos, também falecido (Foto: Gisele Federicce)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 – Causou perplexidade na oposição a inclusão do nome do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra no relatório paralelo da CPMI da Petrobras elaborado pelo deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP). Falecido em março, o tucano está na lista dos nomes sobre os quais o texto pede investigação aprofundada ao Ministério Público.

Segundo o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, Guerra pediu a ele R$ 10 milhões em 2010, quando era senador. Na avaliação do presidente do DEM, senador Agripino Maia (DEM-RN), seu nome foi incluído "para demonstrar isenção", de acordo com o colunista Ilimar Franco, do jornal O Globo.

O mesmo tratamento, porém, não foi dado ao também falecido Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e também citado por Costa como suposto beneficiado no esquema de propina em contratos da Petrobras. Sobre a exclusão de Campos do relatório, Maia comenta: "não tenho explicação".

Leia aqui reportagem anterior do 247 Tucanos culpam o morto no PSDB e os vivos no PT

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo APOIA.se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247