Itamaraty coloca telegramas com instruções aos diplomatas sobre aborto e gênero como “sigilosos”

“Sem dar explicações, o Ministério das Relações Exteriores classificou como "reservados" os telegramas com instruções a seus diplomatas na ONU sobre temas relacionados ao aborto, igualdade de gênero e educação sexual”, expôs o jornalista Jamil Chade

Ernesto Araújo
Ernesto Araújo (Foto: Marcos Correa/PR)
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247 -  O jornalista Jamil Chade, em sua coluna no portal UOL, afirmou que “sem dar explicações, o Ministério das Relações Exteriores classificou como "reservados" os telegramas com instruções a seus diplomatas na ONU (Organização das Nações Unidas) sobre temas relacionados ao aborto, igualdade de gênero e educação sexual”.

Segundo o jornalista, “ficou estabelecido ainda pela iniciativa da chancelaria que os documentos enviados com instruções sobre esses temas apenas poderão ser consultados a partir de 2025”.

“As informações fazem parte de um pacote de documentos e explicações que o Itamaraty forneceu à bancada do PSOL, na Câmara dos Deputados. Procurado pela reportagem, a chancelaria não explicou o motivo pelo qual decidiu barrar o acesso aos documentos ou por que o silêncio sobre a classificação”, acrescentou Jamil. 

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