Janot fará no mínimo três denúncias contra Temer

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, irá apresentar pelo menos três denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Michel Temer na semana que vem; a primeira está programada para a próxima segunda-feira (26) e deve ser envolvendo corrupção passiva, acusação que foi apresentada pela Polícia Federal na última terça-feira (20); as outras duas serão por obstrução à Justiça e organização criminosa, tendo como base o depoimento de Lúcio Funaro à Polícia Federal

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, irá apresentar pelo menos três denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Michel Temer na semana que vem; a primeira está programada para a próxima segunda-feira (26) e deve ser envolvendo corrupção passiva, acusação que foi apresentada pela Polícia Federal na última terça-feira (20); as outras duas serão por obstrução à Justiça e organização criminosa, tendo como base o depoimento de Lúcio Funaro à Polícia Federal
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, irá apresentar pelo menos três denúncias no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Michel Temer na semana que vem; a primeira está programada para a próxima segunda-feira (26) e deve ser envolvendo corrupção passiva, acusação que foi apresentada pela Polícia Federal na última terça-feira (20); as outras duas serão por obstrução à Justiça e organização criminosa, tendo como base o depoimento de Lúcio Funaro à Polícia Federal (Foto: Charles Nisz)

Infomoney - Promessa é dívida. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, irá apresentar 3 denúncias no STF (Supremo Tribunal Federal) contra Michel Temer na semana que vem, de acordo com informações da revista Época.

A primeira está programada para a próxima segunda-feira (26) e deve ser envolvendo corrupção passiva, acusação que foi apresentada pela Polícia Federal na última terça-feira (20). As outras duas serão por obstrução à Justiça e organização criminosa, tendo como base o depoimento de Lúcio Funaro à Polícia Federal.

Antevendo os fatos, segundo informações do G1, a base aliada do governo está traçando uma estratégia para reunir votos na Câmara para derrubar as denúncias e, por consequência disso, deverá deixar de lado a agenda de reformas, realidade que veio à tona desde a absolvição no TSE.

De acordo com a matéria, a depender da gravidade e se houver uma votação apertada contra as denúncias de Janot, dificilmente a Câmara terá ambiente para discutir um tema tão complexo como a Reforma da Previdência, ainda mais em período pré-eleitoral.

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