Justiça condena ex-presidente da Assembleia de MT a 26 anos de prisão

De acordo com as investigações da Operação Imperador, o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva comandou o esquema que desviou R$ 62 milhões dos cofres do Legislativo, por meio de empresas fornecedoras de equipamentos para a Casa; as apurações apontaram que os materiais não existiam, mas eram atestados para justificar pagamentos milionárias a gráficas “fantasmas”

De acordo com as investigações da Operação Imperador, o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva comandou o esquema que desviou R$ 62 milhões dos cofres do Legislativo, por meio de empresas fornecedoras de equipamentos para a Casa; as apurações apontaram que os materiais não existiam, mas eram atestados para justificar pagamentos milionárias a gráficas “fantasmas”
De acordo com as investigações da Operação Imperador, o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva comandou o esquema que desviou R$ 62 milhões dos cofres do Legislativo, por meio de empresas fornecedoras de equipamentos para a Casa; as apurações apontaram que os materiais não existiam, mas eram atestados para justificar pagamentos milionárias a gráficas “fantasmas” (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A Justiça de Mato Grosso condenou o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva a 26 anos, sete meses e 20 dias de prisão por associação criminosa e peculato na Operação Imperador. Em 2017, o ex-parlamentar já havia sido condenado em outras duas ações, mas de outra operação, Arca de Noé, com uma pena total de 44 anos de prisão.

A juíza Selma Arruda, da Vara Contra o Crime Organizado de Cuiabá, também impôs a Riva obrigação de devolver aos cofres públicos uma fortuna de R$ 37,2 milhões.

De acordo com as investigações da Operação Imperador, o ex-parlamentar comandou o esquema que desviou R$ 62 milhões dos cofres da Assembleia, por meio de empresas fornecedoras de equipamentos para a Casa. As apurações apontaram que os materiais não existiam, mas eram atestados para justificar pagamentos milionárias a gráficas “fantasmas”.

O Ministério Público (MP-MT) afirmou que a trama teria ocorrido entre 2005 e 2009.

 

 

 

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