Kassab 'dribla' Congresso com recriação do PL

Solicitação de registro do Partido Liberal (PL) ao TSE foi feita às vésperas da entrada em vigor de uma lei mais rígida que dificulta o surgimento de novas legendas, votada no início do mês; peemedebistas acusam o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, de estar por trás da estratégia para ampliar o apoio à presidente Dilma Rousseff no Congresso e, assim, medir forças com o PMDB; "Com certeza isso agravará o quadro político, porque seguraram a sanção para dar chance a ele [Kassab] e isso terá um custo político para o governo", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB)

Solicitação de registro do Partido Liberal (PL) ao TSE foi feita às vésperas da entrada em vigor de uma lei mais rígida que dificulta o surgimento de novas legendas, votada no início do mês; peemedebistas acusam o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, de estar por trás da estratégia para ampliar o apoio à presidente Dilma Rousseff no Congresso e, assim, medir forças com o PMDB; "Com certeza isso agravará o quadro político, porque seguraram a sanção para dar chance a ele [Kassab] e isso terá um custo político para o governo", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB)
Solicitação de registro do Partido Liberal (PL) ao TSE foi feita às vésperas da entrada em vigor de uma lei mais rígida que dificulta o surgimento de novas legendas, votada no início do mês; peemedebistas acusam o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, de estar por trás da estratégia para ampliar o apoio à presidente Dilma Rousseff no Congresso e, assim, medir forças com o PMDB; "Com certeza isso agravará o quadro político, porque seguraram a sanção para dar chance a ele [Kassab] e isso terá um custo político para o governo", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) (Foto: Roberta Namour)

247 - O Tribunal Superior Eleitoral recebeu na noite desta terça-feira (24) um pedido para registro do Partido Liberal (PL). A legenda se juntou ao antigo Prona (Partido de Reedificação da Ordem Nacional) em 2006 para fundar o Partido da República (PR).

Segundo o presidente do novo PL, o ex-deputado Cleovan Siqueira (GO), o objetivo é trazer de volta ao país um partido "assumidamente liberal": "O Brasil não pode prescindir de um partido assumidamente liberal. Somos pelo Estado necessário, nem máximo nem mínimo, mas um Estado que equilibre as relações entre a sociedade, as empresas, que defende a livre iniciativa, a liberdade de imprensa, religião e expressão", afirmou em entrevista ao G1.

Por tras da estratégia, no entanto, existe uma articulação comandada pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab, de criar uma ampla frente de apoio ao governo para medir forças com o PMDB, com projeto de fusão com o PSD.

A solicitação foi feita às vésperas da entrada em vigor de uma lei mais rígida que dificulta o surgimento de novas legendas, votada no início do mês pelo Congresso. Até o momento, no entanto, a presidente Dilma Rousseff não havia sancionado ou vetado o projeto.

Para o presidente da Câmara, ação pode agravar crise com o Planalto: "Com certeza isso agravará o quadro político, porque seguraram a sanção para dar chance a ele [Kassab] e isso terá um custo político para o governo", disse Cunha.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247