Líder do PT contesta Wagner e diz que candidatura Lula está mantida

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), afirmou que a opinião do ex-ministro Jaques Wagner de que o partido poderia lançar um candidato a vice na chapa presidencial do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) não representa a posição oficial do partido; "Temos maior respeito pelos demais partidos, por outros nomes, mas não há, na nossa estratégia eleitoral, qualquer possibilidade de termos candidato que não seja nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva", disse

Brasília - O deputado Paulo Pimenta, líder do governo na Comissão Mista de Orçamento (CMO), fala sobre o corte de gastos (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O deputado Paulo Pimenta, líder do governo na Comissão Mista de Orçamento (CMO), fala sobre o corte de gastos (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), afirmou que a opinião do ex-ministro Jaques Wagner de que o partido poderia lançar um candidato a vice na chapa presidencial do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) não representa a posição oficial do partido. Segundo Pimenta, o PT mantém a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que antecipará a convenção partidária para lançar o nome dele ao Planalto.

"Temos maior respeito pelos demais partidos, por outros nomes, mas não há, na nossa estratégia eleitoral, qualquer possibilidade de termos candidato que não seja nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Manifestações de apreço por demais candidatos, são absolutamente naturais", disse Pimenta. "Acho que o ministro Jaques Wagner foi generoso na sua manifestação, mas não expressa posição oficial do partido", completou em seguida.

Ainda segundo o parlamentar, o PT irá antecipar sua convenção nacional para o dia 28 de julho viando aprovar o nome do ex-presidente como o candidato oficial do partido de maneira a registrar sua candidatura até o  dia 15 de agosto, quando termina o prazo para o registro de candidaturas.

Nesta terça-feira (1), Wagner disse que defende a candidatura de Lula nas eleições de outubro, mas ressaltou que o partido poderia vir a apoiar Ciro Gomes. Sou suspeito nesta matéria, porque sempre defendi que após 16 anos estava na hora de ceder a precedência. Sempre achei isso. Não conheço na democracia ninguém que fica 30 anos (no poder). Em geral fica 12, 16, 20 anos. Defendi isso quando o Eduardo Campos ainda era vivo. Estou à vontade neste território", disse o ex-ministro.

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