Líder do PT diz que, com exílio de Jean Wyllys e deboche de Bolsonaro, ninguém mais está seguro

"Diante do escárnio de @jairbolsonaro com o que aconteceu, não temos nenhuma garantia de segurança institucional para exercermos os nossos mandatos com todas as prerrogativas do cargo parlamentar para cumprir o papel de oposição que o povo nos delegou e a Constituição garante", escreveu o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS)

Líder do PT diz que, com exílio de Jean Wyllys e deboche de Bolsonaro, ninguém mais está seguro
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247 - O líder do PT na Câmara, deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), reagiu no Twitter à notícia de que seu colega Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro, decidiu abandonar o terceiro mandato, para o qual acaba de ser eleito, e deixar o Brasil por conta de ameaças de morte que vinha recebendo. O presidente Jair Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro comemoraram a notícia nas redes sociais.

Para Pimenta, com o exílio de Jean Wyllys e o debate de Bolsonaro, ninguém mais está seguro. "Diante do escárnio de @jairbolsonaro com o que aconteceu, não temos nenhuma garantia de segurança institucional para exercermos os nossos mandatos com todas as prerrogativas do cargo parlamentar para cumprir o papel de oposição que o povo nos delegou e a Constituição garante", escreveu.

"E as instituições que deveriam proteger a nossa democracia e o Estado de Direito não apenas não estão funcionando na sua normalidade, mas alguns de seus membros são cúmplices ativos e beneficiários desse estado de coisas que dominou o Brasil desde o golpe de 2016 contra @dilmabr", completou Paulo Pimenta.

Em nota, a bancada do PT na Câmara exige apuração das ameaças por parte dos órgãos competentes e afirma que as ameaças a Jean Wyllys "expressam uma coação não apenas ao parlamentar do PSOL, mas a todos os defensores e defensoras de direitos humanos, detentores de mandatos populares ou não".

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