Líder do PT: gestão de JB foi “carregada de ódio”

"A postura dele não foi de um estadista do Poder Judiciário", comentou nesta tarde o deputado Vicentinho, líder da bancada do PT na Câmara; "O Poder Judiciário deve atuar com firmeza, soberania e generosidade de uma justiça para proteger e condenar o cidadão. Nós constatamos uma postura carregada de ódio que não caberia a um juiz", criticou; segundo ele, se Barbosa estiver deixando o Supremo para se candidatar a um cargo nas eleições, a razão "desmoronaria a tese de que o julgamento do mensalão foi isento"

"A postura dele não foi de um estadista do Poder Judiciário", comentou nesta tarde o deputado Vicentinho, líder da bancada do PT na Câmara; "O Poder Judiciário deve atuar com firmeza, soberania e generosidade de uma justiça para proteger e condenar o cidadão. Nós constatamos uma postura carregada de ódio que não caberia a um juiz", criticou; segundo ele, se Barbosa estiver deixando o Supremo para se candidatar a um cargo nas eleições, a razão "desmoronaria a tese de que o julgamento do mensalão foi isento"
"A postura dele não foi de um estadista do Poder Judiciário", comentou nesta tarde o deputado Vicentinho, líder da bancada do PT na Câmara; "O Poder Judiciário deve atuar com firmeza, soberania e generosidade de uma justiça para proteger e condenar o cidadão. Nós constatamos uma postura carregada de ódio que não caberia a um juiz", criticou; segundo ele, se Barbosa estiver deixando o Supremo para se candidatar a um cargo nas eleições, a razão "desmoronaria a tese de que o julgamento do mensalão foi isento" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), comentou nesta quinta-feira 29 o anúncio de aposentadoria do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Para ele, o ministro manteve uma postura "carregada de ódio" ao tomar decisões que contrariam determinações de outros órgãos da Justiça, como a cassação do benefício de trabalho externo dos condenados na Ação Penal 470.

"A postura dele não foi de um estadista do Poder Judiciário", comentou o parlamentar. "O Poder Judiciário deve atuar com firmeza, soberania e generosidade de uma justiça para proteger e condenar o cidadão. Nós constatamos uma postura carregada de ódio que não caberia a um juiz", acrescentou Vicentinho aos jornalistas.

Na opinião do deputado, se a saída de Barbosa estiver relacionada com a candidatura do ministro a algum cargo, a razão "desmoronaria a tese de que o julgamento do mensalão foi isento. Se isso se confirmar, mostra que todo o procedimento, carregado de ódio, politizado, era aquilo que desconfiávamos".

Para disputar as eleições em outubro desse ano, no entanto, Barbosa precisaria ter deixado o cargo até 5 de abril, seis meses antes do pleito, e se filiado a algum partido político.

Questionado se sentia raiva das condenações de Barbosa, respondeu que tinha "pena", e comentou o isolamento do ministro no Supremo e no meio jurídico: "é triste ficar isolado e sem amigos". Sobre se o PT comemoraria a notícia, respondeu: "nós não vamos ter a postura que condenamos", mas disse que "tem gente no mundo jurídico" festejando a saída do presidente da Corte.

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