Lula dispara e lidera pesquisa com 30,5%

Perseguição judicial, que ficou escancarada com a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, não foi suficiente para derrubar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; pesquisa CNT/MDA mostra que Lula lidera a preferência do eleitor brasileiro, com 30,5% de intenções de voto; a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) brigam pelo segundo lugar, com 11,8% e 11,3%, respectivamente; senador Aécio Neves (PSDB), articulador do golpe, aparece em terceiro, com 10,1%; Ciro Gomes (PDT) vem em quarto lugar, com 5%; Michel Temer tem apenas 3,7% de intenções; Lula lidera em todos os cenários para primeiro turno

www.brasil247.com - Perseguição judicial, que ficou escancarada com a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, não foi suficiente para derrubar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; pesquisa CNT/MDA mostra que Lula lidera a preferência do eleitor brasileiro, com 30,5% de intenções de voto; a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) brigam pelo segundo lugar, com 11,8% e 11,3%, respectivamente; senador Aécio Neves (PSDB), articulador do golpe, aparece em terceiro, com 10,1%; Ciro Gomes (PDT) vem em quarto lugar, com 5%; Michel Temer tem apenas 3,7% de intenções; Lula lidera em todos os cenários para primeiro turno
Perseguição judicial, que ficou escancarada com a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, não foi suficiente para derrubar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; pesquisa CNT/MDA mostra que Lula lidera a preferência do eleitor brasileiro, com 30,5% de intenções de voto; a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) brigam pelo segundo lugar, com 11,8% e 11,3%, respectivamente; senador Aécio Neves (PSDB), articulador do golpe, aparece em terceiro, com 10,1%; Ciro Gomes (PDT) vem em quarto lugar, com 5%; Michel Temer tem apenas 3,7% de intenções; Lula lidera em todos os cenários para primeiro turno (Foto: Aquiles Lins)


247 - A pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta quarta-feira, 15, confirma os motivos da caçada judicial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Perseguição que ficou escancarada com a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal, não foi suficiente para derrubar o ex-presidente.

Segundo a pesquisa, Lula está na liderança na preferência do eleitor brasileiro, com 30,5% de intenções de voto. A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC) brigam pelo segundo lugar, com 11,8% e 11,3%, respectivamente.

Senador Aécio Neves (PSDB), articulador do golpe, aparece em terceiro, com 10,1%. Ciro Gomes (PDT) vem em quarto lugar, com 5%; Michel Temer tem apenas 3,7% de intenções.

Lula lidera em todos os três cenários propostos para o primeiro turno com percentuais de 30,5% a 32,8%. Marina Silva e Jair Bolsonaro aparecem nos três cenários, enquanto Aécio Neves e Geraldo Alckmin são apontados como candidatos do PSDB. Marina, Bolsonaro, Aécio e Alckmin aparecem empatados tecnicamente, pela margem de erro, em todos os cenários. Marina varia entre 11,8% a 13,9%. Bolsonaro vai de 11,3% a 12%. Aécio varia de 10,1% a 12,1%. Alckmin tem 9,1% no cenário em que seu nome foi apresentado.

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Rejeição a Temer aumenta

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A mesma pesquisa CNT/MDA mostra que a aprovação de Michel Temer caiu para 10,3%, ante 14,6% em outubro de 2016. Já a avaliação negativa do governo subiu de 36,7% para 44,1%. A desaprovação do modo de governar de Temer passou de 51,4% para 62,4% (leia mais).

Aumento da rejeição a Temer e Lula liderando preferência do eleitor mostram que o brasileiro de fato está com saudade da era Lula. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, feita em 2010, o período de junho de 2003 a julho de 2008 foi a fase de maior expansão para a economia brasileira dos últimos 30 anos. 

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Dados considerados a partir de 1980 mostram que o bom desempenho da economia começou seis meses após a posse do presidente Lula e se prolongou por 61 meses. O segundo melhor período foi entre fevereiro de 1987 e outubro de 1988, na gestão do ex-presidente José Sarney.

De acordo com o estudo, nas três décadas analisadas, o Brasil passou por oito ciclos de negócios entre intervalos de fases boas e ruins. Os períodos recessivos duraram, em média, 15,8 meses e os de expansão, 28,7 meses.

 

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