Lula diz que não sairá das ruas se Dilma for derrotada

Ex-presidente Lula teria dito a aliados que, em caso de derrota de Dilma Rousseff no processo de impeachment, entrará em campanha permanente e não sairá mais das ruas; ele indicara ainda que não pretende dar trégua a um eventual governo de Michel Temer: "não estaremos nessa de união nacional. Não vamos colaborar"; ele teria orientado ainda seu núcleo mais próximo a, caso o governo seja derrotado, manter a base social do PT mobilizada contra o que chama de "governo ilegítimo"

Ex-presidente Lula teria dito a aliados que, em caso de derrota de Dilma Rousseff no processo de impeachment, entrará em campanha permanente e não sairá mais das ruas; ele indicara ainda que não pretende dar trégua a um eventual governo de Michel Temer: "não estaremos nessa de união nacional. Não vamos colaborar"; ele teria orientado ainda seu núcleo mais próximo a, caso o governo seja derrotado, manter a base social do PT mobilizada contra o que chama de "governo ilegítimo"
Ex-presidente Lula teria dito a aliados que, em caso de derrota de Dilma Rousseff no processo de impeachment, entrará em campanha permanente e não sairá mais das ruas; ele indicara ainda que não pretende dar trégua a um eventual governo de Michel Temer: "não estaremos nessa de união nacional. Não vamos colaborar"; ele teria orientado ainda seu núcleo mais próximo a, caso o governo seja derrotado, manter a base social do PT mobilizada contra o que chama de "governo ilegítimo" (Foto: Roberta Namour)

247 - O ex-presidente Lula teria dito a aliados que, em caso de derrota de Dilma Rousseff no processo de impeachment, entrará em campanha permanente e não sairá mais das ruas. Ele indicara ainda que não pretende dar trégua a um eventual governo de Michel Temer.

Segundo reportagem de Daniela Lima e Marina Dias, o recado de Lula foi claro: "não estaremos nessa de união nacional. Não vamos colaborar". Lula teria orientado ainda seu núcleo mais próximo a, caso o governo seja derrotado, manter a base social do PT mobilizada contra o que chama de "governo ilegítimo".

Paulo Frateschi, ex-secretário de relações governamentais do prefeito Fernando Haddad (PT-SP), vai assumir a agenda do ex-presidente (leia aqui).

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