Lula libera apoio do PT ao nome de Rodrigo Maia

Para minimizar o poder do grupo de Eduardo Cunha (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval para o PT apoiar a candidatura do deputado Rodrigo Maia (DEM) à presidência da Câmara; objetivo dos petistas é se juntar a inimigos antigos, como DEM e PSDB, para ter mais força e assim enfrentar o chamado Centrão, bloco que hoje conta com 270 parlamentares e foi fundamental para aprovação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff

Para minimizar o poder do grupo de Eduardo Cunha (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval para o PT apoiar a candidatura do deputado Rodrigo Maia (DEM) à presidência da Câmara; objetivo dos petistas é se juntar a inimigos antigos, como DEM e PSDB, para ter mais força e assim enfrentar o chamado Centrão, bloco que hoje conta com 270 parlamentares e foi fundamental para aprovação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff
Para minimizar o poder do grupo de Eduardo Cunha (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval para o PT apoiar a candidatura do deputado Rodrigo Maia (DEM) à presidência da Câmara; objetivo dos petistas é se juntar a inimigos antigos, como DEM e PSDB, para ter mais força e assim enfrentar o chamado Centrão, bloco que hoje conta com 270 parlamentares e foi fundamental para aprovação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (Foto: José Barbacena)

247 - Para minimizar o poder do grupo de Eduardo Cunha (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval para o PT apoiar a candidatura do deputado Rodrigo Maia (DEM) à presidência da Câmara. A coluna Painel, da Folha de S.Paulo, afirma que um emissário do PT já aviou a Maia os termos que selam acordo: o candidato, primeiro, terá de oficializar o apoio de sua base — DEM, PSDB e PPS.

O objetivo dos petistas é se juntar a inimigos antigos, como DEM e PSDB, para ter mais força e assim enfrentar o chamado Centrão, bloco que hoje conta com 270 parlamentares e foi fundamental para aprovação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

A ordem de Lula, no entanto, não agrada a todos os petistas. Uma ala do partido considera absurdo apoiar um deputado DEM e que ainda votou a favor do impeachment de Dilma. Esse grupo anti-Maia defende a candidatura de Marcelo Castro (PMDB-PI), que foi ministro da Saúde de Dilma e ficou contra o impeachment.

A maioria dos petistas, porém, acredita que a candidatura de Marcelo não vá muito longe, mas não pode demonstrar desânimo publicamente porque o deputado sempre se manteve fiel a Dilma. 

 

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