Lula pensa em Temer para ganhar 2014 em São Paulo

Ex-presidente agita Diretório Estadual do PT para definir candidato a governador de São Paulo; se emplacar aliança com o PMDB, vice-presidente Michel Temer pode ser cabeça de chapa; gesto liberaria candidatura presidencial para contemplar governador Eduardo Campos, do PSB, na vice da presidente Dilma - ou de Lula...

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247 – O que fazer, hoje, para chegar ao governo de São Paulo em 2014?

Essa é a pergunta que não quer calar no Diretório Estadual do PT. Dez dias atrás, em reunião que contou com a presença do ex-presidente Lula, os integrantes da direção regional do partido se debruçaram sobre as primeiras opções para entrar na disputa. Neste momento, contrariando o histórico do partido, há uma forte tendência para uma aliança com o PMDB, cedendo a esse partido a cabeça da chapa.

O candidato peemedebista não seria, no entanto, como avaliam diferentes analistas, o deputado Gabriel Chalita, mas, sim, o vice-presidente Michel Temer. Essa articulação parte do próprio Lula, e, por isso, sua força interna no PT. Desse modo, a vaga de vice na chapa da presidente Dilma Roussef (ou do próprio Lula, no caso de o desempenho da economia tirar popularidade da mandatária) poderia ser ocupada pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

No caso de uma chapa sangue puro, outra vez a palavra de Lula é predominante. Após o tiro certeiro com a candidatura vitoriosa de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, Lula insiste que "o novo" é a solução para o partido chegar, pela primeira vez, ao governo paulista. Nesta cagtegoria se enquadram o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que neste momento tem título de eleitor fora de São Paulo, n o Acre, e, também, o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Mesmo tendo perdido duas eleições para o governo, em 2006 e 2010, Mercadante só pensa naquilo: ser novamente candidato a governador em 2014. À frente da poderosa máquina do Ministério da Educação, que sempre o coloca nas manchetes da mídia, Mercadante se dá bem com a presidente Dilma e tem larga tradição de militância na seção paulista do PT. Mesmo não sendo novo, ele tem chances.

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, igualmente não desistiu do sonho de voltar a um cargo executivo. Polêmica e sincera, ela conseguiu uma boa eleição para o Senado, apesar de ter concorrido sem muito apoio do partido. O cargo de ministra, por outro lado, lhe dá grande visibilidade. Nas pesquisas, seu nome certamante vai aparecer com destaque.

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