Maia já prepara eleição indireta para o pós-Temer

Sabendo que a queda de Michel Temer deve levar questão de dias, seja por renúncia ou cassação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já começou a consultar técnicos legislativos sobre as regras para a realização de eleições indiretas, a fim de que o Congresso Nacional escolhe o novo presidente da República; deputados da base aliada do governo Temer discutem ainda com técnicos uma nova lei para "ajustar detalhes" da legislação sobre a eleição indireta; enquanto isso, contudo, o Brasil inteiro clama por diretas; manifestações estão marcadas para o próximo domingo 21 em todo o País pedindo a saída de Temer e em defesa de que a escolha de seu substituto seja feita pelo povo

Sabendo que a queda de Michel Temer deve levar questão de dias, seja por renúncia ou cassação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já começou a consultar técnicos legislativos sobre as regras para a realização de eleições indiretas, a fim de que o Congresso Nacional escolhe o novo presidente da República; deputados da base aliada do governo Temer discutem ainda com técnicos uma nova lei para "ajustar detalhes" da legislação sobre a eleição indireta; enquanto isso, contudo, o Brasil inteiro clama por diretas; manifestações estão marcadas para o próximo domingo 21 em todo o País pedindo a saída de Temer e em defesa de que a escolha de seu substituto seja feita pelo povo
Sabendo que a queda de Michel Temer deve levar questão de dias, seja por renúncia ou cassação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já começou a consultar técnicos legislativos sobre as regras para a realização de eleições indiretas, a fim de que o Congresso Nacional escolhe o novo presidente da República; deputados da base aliada do governo Temer discutem ainda com técnicos uma nova lei para "ajustar detalhes" da legislação sobre a eleição indireta; enquanto isso, contudo, o Brasil inteiro clama por diretas; manifestações estão marcadas para o próximo domingo 21 em todo o País pedindo a saída de Temer e em defesa de que a escolha de seu substituto seja feita pelo povo (Foto: Gisele Federicce)

247 - Enquanto o Brasil clama por eleições diretas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), consciente de que a queda de Michel Temer é questão de tempo, seja por renúncia ou cassação, começou a consultar técnicos legislativos sobre as regras para a realização de eleições indiretas.

Deputados da base aliada também discutem com técnicos uma nova lei para "ajustar detalhes" da legislação sobre a eleição indireta.

Segundo apurou o Broadcast Político, da Agência Estado, "os técnicos informaram que hoje já há pelo menos duas leis que regulamentam as eleições indiretas para presidente. Uma delas é uma lei complementar de 1990 que estabelece os requisitos exigidos para os candidatos. Ela prevê que detentores de cargos públicos devem se desincompatibilizar pelo menos seis meses antes do pleito e exige que o candidato tenha, no mínimo, seis meses de filiação partidária".

"A outra lei é de 1964 e trata sobre o trâmite da votação. Ela estabelece que a eleição indireta será realizada em sessão do Congresso Nacional comandada pelo presidente do Senado. Será eleito o candidato que tiver a maioria absoluta dos congressistas, o equivalente a 257 deputados e 41 senadores. Se após duas tentativas nenhum candidato alcançar esse placar, uma terceira votação é feita e será eleito o que tiver a maioria dos votos apurados", diz ainda a reportagem.

Movimentos sociais e centrais sindicais marcaram para o próximo domingo 21 manifestações em todo o País para pedir a saída de Temer da presidência e eleições diretas para a escolha de seu substituto. O presidente da CUT, Vagner Freitas, enfatizou em um vídeo em que convoca a população para os atos que não basta tirar Temer, é preciso ter diretas já e o arquivamento das propostas de reforma da previdência e trabalhista.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247