Mansur culpa Maia pela anistia na calada da noite

Deputado que presidiu a sessão na noite desta segunda-feira 19, em que estava pautado para votação o projeto de anistia parlamentares e empresas que utilizaram caixa 2 para doações eleitorais, Beto Mansur (PRB-SP), primeiro-secretário da Câmara, afirma: "quem decide a pauta é o presidente da Câmara e os líderes. Não eu"; segundo ele, "a maioria, quase totalidade dos líderes lutaram pela aprovação do projeto"

Deputado que presidiu a sessão na noite desta segunda-feira 19, em que estava pautado para votação o projeto de anistia parlamentares e empresas que utilizaram caixa 2 para doações eleitorais, Beto Mansur (PRB-SP), primeiro-secretário da Câmara, afirma: "quem decide a pauta é o presidente da Câmara e os líderes. Não eu"; segundo ele, "a maioria, quase totalidade dos líderes lutaram pela aprovação do projeto"
Deputado que presidiu a sessão na noite desta segunda-feira 19, em que estava pautado para votação o projeto de anistia parlamentares e empresas que utilizaram caixa 2 para doações eleitorais, Beto Mansur (PRB-SP), primeiro-secretário da Câmara, afirma: "quem decide a pauta é o presidente da Câmara e os líderes. Não eu"; segundo ele, "a maioria, quase totalidade dos líderes lutaram pela aprovação do projeto" (Foto: Gisele Federicce)

247 – O deputado federal Beto Mansur (PRB-SP), que presidiu a sessão da Câmara na noite desta segunda-feira 19, culpou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que ocupava o cargo de presidente da República interinamente com a viagem de Michel Temer aos Estados Unidos, pela pauta do projeto de anistia parlamentares e empresas que utilizaram caixa 2 para doações eleitorais.

"Quem decide a pauta é o presidente da Câmara junto com os líderes. Não eu", defendeu-se o primeiro-secretário da Câmara, em entrevista à jornalista Andréia Sadi, da Globonews. "O que estava na pauta para ser votado não era do meu conhecimento. Eu coloquei, dentro do regimento, o que estava para votar", declarou.

Segundo ele, "é lógico que houve um envolvimento da maioria, da quase totalidade dos líderes da Câmara, no sentido de lutar para a provação desse projeto". Mansur informou ainda que "o relator seria Aelton Freitas (deputado PR-MG)", que "estava com o substitutivo na mão", ao qual Mansur, conforme conta, "não teve acesso".

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