Maranhão prevê votação da cassação de Cunha só em agosto

A votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no plenário da Câmara ficará só para agosto, após o chamado recesso branco dos parlamentares, previsto para a segunda quinzena de julho; a decisão foi comunicada a deputados pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), a quem cabe marcar as sessões deliberativas; Maranhão avalia que a votação do processo no meio do recesso branco pode ser arriscado, já que uma sessão esvaziada livraria Cunha

A votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no plenário da Câmara ficará só para agosto, após o chamado recesso branco dos parlamentares, previsto para a segunda quinzena de julho; a decisão foi comunicada a deputados pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), a quem cabe marcar as sessões deliberativas; Maranhão avalia que a votação do processo no meio do recesso branco pode ser arriscado, já que uma sessão esvaziada livraria Cunha
A votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no plenário da Câmara ficará só para agosto, após o chamado recesso branco dos parlamentares, previsto para a segunda quinzena de julho; a decisão foi comunicada a deputados pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), a quem cabe marcar as sessões deliberativas; Maranhão avalia que a votação do processo no meio do recesso branco pode ser arriscado, já que uma sessão esvaziada livraria Cunha (Foto: Valter Lima)

247 - A votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no plenário da Câmara ficará só para agosto, após o chamado recesso branco dos parlamentares, previsto para a segunda quinzena de julho.

A decisão foi comunicada a deputados pelo presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), a quem cabe marcar as sessões deliberativas.

Maranhão avalia que a votação do processo no meio do recesso branco pode ser arriscado, já que uma sessão esvaziada livraria Cunha.

Para ter o mandato cassado, são necessários os votos de, pelo menos, 257 dos 513 deputados.

A base do interino Michel Temer (PMDB) irá pressionar o deputado do PP a adiar o recesso branco para setembro sob o argumento de que o país precisa votar temas importantes para o país. Se essa tese prevalecer, o caso de Cunha pode ir ao plenário na segunda quinzena deste mês.

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