Marina: "Dilma é refém da distribuição de cargos"

Ex-senadora afirmou que é preciso fazer uma mudança profunda no campo da governabilidade do país, com base em ideais e propostas; "As alianças devem contemplar propostas e não cargos", afirmou; cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador Eduardo Campos (PSB), Marina disse que eles não vão "compactuar com nenhum tipo de chantagem dentro do Congresso Nacional"

Ex-senadora afirmou que é preciso fazer uma mudança profunda no campo da governabilidade do país, com base em ideais e propostas; "As alianças devem contemplar propostas e não cargos", afirmou; cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador Eduardo Campos (PSB), Marina disse que eles não vão "compactuar com nenhum tipo de chantagem dentro do Congresso Nacional"
Ex-senadora afirmou que é preciso fazer uma mudança profunda no campo da governabilidade do país, com base em ideais e propostas; "As alianças devem contemplar propostas e não cargos", afirmou; cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador Eduardo Campos (PSB), Marina disse que eles não vão "compactuar com nenhum tipo de chantagem dentro do Congresso Nacional" (Foto: Valter Lima)
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247 - A ex-senadora Marina Silva afirmou nesta segunda-feira (10) que a mais nova crise entre PT e PMDB coloca a presidente Dilma Rousseff como "refém" da estratégia que se usa hoje no país para alcançar a governabilidade que é a distribuição de cargos. Marina disseque é preciso fazer uma mudança profunda no campo da governabilidade do país, com base em ideais e propostas. "As alianças devem contemplar propostas e não cargos", disse.

Cotada para ser candidata a vice-presidente na chapa encabeçada pelo governador Eduardo Campos (PSB), Marina disse que eles não vão "compactuar com nenhum tipo de chantagem dentro do Congresso Nacional" "Vamos apoiar as coisas boas para o País sem que a governabilidade esteja em risco", disse.

 

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