Marina: prisão de Lula não deve ser celebrada, mas sinaliza novos tempos

Ex-senadora Marina Silva (Rede) utilizou o discurso de lançamento de sua candidatura presidencial dizer que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - de quem foi ministra – não é motivo de comemoração, mas prenuncia "um tempo de que a lei será igualmente para todos"; "O momento não é de celebração, é de tristeza: o ex-presidente da República que poderia estar apto para fazer o que bem quisesse na política sendo interditado pela Justiça por erros que cometeu. Isso não deve ser motivo de celebração. Mas, por outro lado é uma sinalização de que nós podemos começar a ter esperança de que está se iniciando um tempo de que a lei será igualmente para todos", disse

Brasília - Marina Silva da Rede Sustentabilidade lança a campanha Nem Dilma Nem Temer, Nova Eleição é a Solução (Elza Fiuza/Agência Brasil)
Brasília - Marina Silva da Rede Sustentabilidade lança a campanha Nem Dilma Nem Temer, Nova Eleição é a Solução (Elza Fiuza/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - A ex-senadora Marina Silva (Rede) utilizou o discurso de lançamento de sua candidatura presidencial dizer que a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - de quem foi ministra – não é motivo de comemoração, mas prenuncia "um tempo de que a lei será igualmente para todos".

"O momento não é de celebração, é de tristeza: o ex-presidente da República que poderia estar apto para fazer o que bem quisesse na política sendo interditado pela Justiça por erros que cometeu. Isso não deve ser motivo de celebração. Mas, por outro lado é uma sinalização de que nós podemos começar a ter esperança de que está se iniciando um tempo de que a lei será igualmente para todos", disse em discurso na convenção da Rede.

"Vejo sendo investigadas pessoas do PT, do PMDB, como do PSDB, do DEM, de todos os partidos que têm problemas. [...] Todos os direitos de revisão de processo assegurando ampla defesa estão sendo assegurados e, obviamente, chega um momento que as decisões são tomadas e a lei deve ser implementada igualmente para todos", completou.

Após as críticas, ela voltou a se colocar como uma alternativa política à Presidência da República. "Sou candidata a presidente da República Federativa do Brasil pela terceira vez, em legítima defesa da democracia, da alternância de poder, da justiça como reparação, pela refundação da República", disse Marina na convenção da Rede, partido que ela criou, em Brasília.

 

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