Mercadante: acabou o combustível do golpe

Em entrevista à TV 247, o ex-ministro Aloizio Mercadante explica como funcionava a política de preços no governo da presidente Dilma Rousseff e afirma que o golpe de 2016 está nos seus estertores. "Acabou o combustível do golpe", diz ele. Segundo Mercadante, nos governos petistas, a Petrobras servia a um projeto de desenvolvimento nacional e também cumpria a função de garantir o abastecimento da população. Agora, serve apenas a acionistas e o resultado é desastroso

Em entrevista à TV 247, o ex-ministro Aloizio Mercadante explica como funcionava a política de preços no governo da presidente Dilma Rousseff e afirma que o golpe de 2016 está nos seus estertores. "Acabou o combustível do golpe", diz ele. Segundo Mercadante, nos governos petistas, a Petrobras servia a um projeto de desenvolvimento nacional e também cumpria a função de garantir o abastecimento da população. Agora, serve apenas a acionistas e o resultado é desastroso
Em entrevista à TV 247, o ex-ministro Aloizio Mercadante explica como funcionava a política de preços no governo da presidente Dilma Rousseff e afirma que o golpe de 2016 está nos seus estertores. "Acabou o combustível do golpe", diz ele. Segundo Mercadante, nos governos petistas, a Petrobras servia a um projeto de desenvolvimento nacional e também cumpria a função de garantir o abastecimento da população. Agora, serve apenas a acionistas e o resultado é desastroso (Foto: Leonardo Attuch)

TV 247 – "Acabou o combustível do golpe". Assim o ex-ministro Aloizio Mercadante, que comandou a Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff, resumiu a situação enfrentada pelos golpistas, após o caos implantado no País com a política de preços de reajustes diários na Petrobras implantada por Pedro Parente.

Mercadante lembrou que nos governos Lula e Dilma, a Petrobras serviu a dois propósitos: garantir o abastecimento do mercado interno e desenvolver toda a cadeia produtiva no setor de óleo e gás. Agora, o foco se limita apenas aos acionistas e os resultados são desastrosos.

Na sua visão, a política de Parente terá que ser revista porque entra em choque com toda a atividade produtiva nacional. "Ninguém consegue formar preços", diz ele. "É dramático que o País que fez a maior descoberta de petróleo do século 21 viva uma crise de abastecimento", diz ele. "É este o legado dos golpistas".

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