Mercadante admite desconforto com Mangabeira

Ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, defendeu recentemente uma revisão completa da política externa brasileira, a começar pelo Mercosul: “As declarações do ministro Mangabeira Unger causaram desconforto. A posição do governo sobre a política externa é expressa pelas opiniões do competente ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira”, disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante

Ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, defendeu recentemente uma revisão completa da política externa brasileira, a começar pelo Mercosul: “As declarações do ministro Mangabeira Unger causaram desconforto. A posição do governo sobre a política externa é expressa pelas opiniões do competente ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira”, disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante
Ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, defendeu recentemente uma revisão completa da política externa brasileira, a começar pelo Mercosul: “As declarações do ministro Mangabeira Unger causaram desconforto. A posição do governo sobre a política externa é expressa pelas opiniões do competente ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira”, disse o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, reconheceu que o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, causou desconforto para o Planalto ao defender uma revisão completa da política externa brasileira, a começar pelo Mercosul, causaram

“As declarações do ministro Mangabeira Unger causaram desconforto. A posição do governo sobre a política externa é expressa pelas opiniões do competente ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira”, disse Mercadante.

Em entrevista recente ao Globo, Mangabeira disse que o país está inibido de buscar acordos por causa dos problemas da economia argentina. Afirmou ainda que o Mercosul é um “corpo sem espírito”.

Ele disse ainda os Estados Unidos são a grande prioridade da política externa e sugeriu que uma parceria que defenda os interesses comuns ante a ascensão econômica e militar da China.

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