“Meu nome é Henrique Meirelles e eu quero governar o Brasil”

"Talvez fosse mais sincero escrever assim a frase de estréia do Ministro Henrique Meirelles no twitter, porque outra não é a intenção do ex-atual-futuro-eterno Ministro da Fazenda do Brasil", diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Aliás, melhor ainda seria dizer 'continuar a mandar', porque o Brasil que lhe importa – o das finanças, o dos ricos, o da colônia – é o seu 'eleitorado", afirma

"Talvez fosse mais sincero escrever assim a frase de estréia do Ministro Henrique Meirelles no twitter, porque outra não é a intenção do ex-atual-futuro-eterno Ministro da Fazenda do Brasil", diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Aliás, melhor ainda seria dizer 'continuar a mandar', porque o Brasil que lhe importa – o das finanças, o dos ricos, o da colônia – é o seu 'eleitorado", afirma
"Talvez fosse mais sincero escrever assim a frase de estréia do Ministro Henrique Meirelles no twitter, porque outra não é a intenção do ex-atual-futuro-eterno Ministro da Fazenda do Brasil", diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; "Aliás, melhor ainda seria dizer 'continuar a mandar', porque o Brasil que lhe importa – o das finanças, o dos ricos, o da colônia – é o seu 'eleitorado", afirma (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Talvez fosse mais sincero escrever assim a frase de estréia do Ministro Henrique Meirelles no twitter, porque outra não é a intenção do ex-atual-futuro-eterno Ministro da Fazenda do Brasil.

Aliás, melhor ainda seria dizer "continuar a mandar", porque o Brasil que lhe importa – o das finanças, o dos ricos, o da colônia – é o seu "eleitorado".

Meirelles faz parte de um grupo especialíssimo de candidatos, no qual nem mesmo Aécio Neves conseguiu entrar: o dos absolutamente blindados, imunes aos conceitos de "certo e errado", "honesto ou corrupto" que, com ampla prevalência dos segundos, parecem ter substituído, na vida brasileira a discussão de rumos que, em tese, ele propõe. Até porque, para essa gente, não há rumos, há um só: gastar pouco com o povo, ganhar muito para si.

Por blindagem absoluta-se, entenda-se tudo.

Até mesmo o fato de, até ontem, Meirelles ter sido o grande e milionário "guru" do grupo de Joesley Batista, certamente desatento às falcatruas que atribuem à JBS, ganhando milhões para, tal como as imagens de Nossa Senhora em lugares suspeitos, apenas abençoar com sua santa presença, os pecados da carne de seus pagadores.

Ainda que a mais de um milhão de dólares por mês, era apenas um trabalho como o meu ou o seu, não é?

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