Ministro vê 199 votos pró-Dilma como "surpresa negativa"

Ministro das Comunicações, André Figueiredo considerou os 199 votos obtidos pelo governo federal na formação da comissão especial do impeachment “uma surpresa negativa”; “É pouquíssimo. Na verdade, foi uma surpresa negativa para aqueles que acompanham o dia a dia da Câmara dos Deputados. Os mais pessimistas não iriam prever uma derrota para uma diferença tão significativa. O governo precisa ter a maioria da Câmara dos Deputados", disse 

Ministro das Comunicações, André Figueiredo considerou os 199 votos obtidos pelo governo federal na formação da comissão especial do impeachment “uma surpresa negativa”; “É pouquíssimo. Na verdade, foi uma surpresa negativa para aqueles que acompanham o dia a dia da Câmara dos Deputados. Os mais pessimistas não iriam prever uma derrota para uma diferença tão significativa. O governo precisa ter a maioria da Câmara dos Deputados", disse 
Ministro das Comunicações, André Figueiredo considerou os 199 votos obtidos pelo governo federal na formação da comissão especial do impeachment “uma surpresa negativa”; “É pouquíssimo. Na verdade, foi uma surpresa negativa para aqueles que acompanham o dia a dia da Câmara dos Deputados. Os mais pessimistas não iriam prever uma derrota para uma diferença tão significativa. O governo precisa ter a maioria da Câmara dos Deputados", disse  (Foto: José Barbacena)
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247 - Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, do SBT, o ministro das Comunicações, André Figueiredo, considerou os 199 votos obtidos pelo governo federal na formação da comissão especial do impeachment “uma surpresa negativa”. “É pouquíssimo”, disse o ministro, alertando que o Palácio do Planalto precisa aumentar seu apoio na Câmara.

"Na verdade, foi uma surpresa negativa para aqueles que acompanham o dia a dia da Câmara dos Deputados. Os mais pessimistas não iriam prever uma derrota para uma diferença tão significativa. Evidentemente, se nós formos olhar unicamente pela ótica do número de votos necessários para o impeachment, isso aí seria razoável. Faltariam 70 para ter o impeachment. Mas não é por aí. O governo precisa ter a maioria da Câmara dos Deputados".

Figueiredo, que foi líder do PDT na Casa, disse também que a presidente Dilma Rousseff sofre tentativa de “golpe” porque “não existe crime de responsabilidade”.

André Figueiredo disse que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), “está usando, sim, de manobras abusivas para postergar a análise por parte do Conselho de Ética do pedido da admissibilidade [do processo].”

"O Eduardo Cunha, ninguém pode menosprezar a capacidade que ele tem de liderar um grande número de parlamentares de todos os diferentes matizes. Alguns mais preparados, outros mais inexperientes. Mas ele tem, sim, essa liderança. E é claro que ninguém pode desconsiderar a força que ele tem lá dentro e, como tal, o governo precisa ter a consciência de que, nesse momento, uma vez que foi deflagrada a abertura do processo de impeachment, tem de ir para o enfrentamento. Como a presidenta fez na noite que ele anunciou o acatamento do pedido de abertura de processo de impeachment. E o que ela mostrou claramente: que ela não tem o que temer, que ela não deve absolutamente nada".

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