Moreira Franco chama acusação contra ele de “mentira afrontosa”

Responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo Michel Temer, Moreira Franco voltou a negar que tenha recebido propinas da Odebrecht e qualificou como "uma mentira afrontosa" a afirmação do ex-executivo da empresa de que ele teria recebido dinheiro para defender interesses da companhia junto ao setor público; "Já falei sobre isso. Já divulguei uma nota e é o suficiente", disse Franco, que participa de evento com investidores no Japão

Responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo Michel Temer, Moreira Franco voltou a negar que tenha recebido propinas da Odebrecht e qualificou como "uma mentira afrontosa" a afirmação do ex-executivo da empresa de que ele teria recebido dinheiro para defender interesses da companhia junto ao setor público; "Já falei sobre isso. Já divulguei uma nota e é o suficiente", disse Franco, que participa de evento com investidores no Japão
Responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo Michel Temer, Moreira Franco voltou a negar que tenha recebido propinas da Odebrecht e qualificou como "uma mentira afrontosa" a afirmação do ex-executivo da empresa de que ele teria recebido dinheiro para defender interesses da companhia junto ao setor público; "Já falei sobre isso. Já divulguei uma nota e é o suficiente", disse Franco, que participa de evento com investidores no Japão (Foto: Paulo Emílio)

247 - Responsável pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI) do governo Michel Temer, Moreira Franco voltou a negar que tenha recebido propinas da Odebrecht e qualificou como "uma mentira afrontosa" a afirmação do ex-executivo da empresa de que ele teria recebido dinheiro para defender interesses da companhia junto ao setor público.

"Já falei sobre isso. Já divulguei uma nota e é o suficiente", disse Franco após participar de um evento em Tóquio, no Japão, para divulgar o PPI a investidores daquele país.

A denúncia contra Moreira Franco foi feita pelo ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo Filho, que afirmou em sua delação premiada à Justiça ter pago propina para Moreira Franco, além do ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e também para o ex-ministro e senador Romero Jucá (PMDB-RR).

O pagamento da propina teria sido feito para barrar ao início das obras do aeroporto de Caieiras, que iria concorrer diretamente com a operação de outros três aeroportos – Galeão, no Rio, Viracopos, em Campinas, e Cumbica, em Guarulhos. "O que está na nota é curto e grosso e é o que eu tenho a dizer sobre o assunto", disparou Franco.

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