MP: Cunha ocultou dinheiro no exterior durante toda sua vida pública

Procuradoria-geral da República pede a Moro condenação do ex-presidente da Câmara por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais ao deixar o Instituto Médico Legal em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer
Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é escoltado por policiais federais ao deixar o Instituto Médico Legal em Curitiba 20/10/2016 REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Gisele Federicce)
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Por Gabriel Pontes, Congresso em Foco - Em toda sua carreira pública, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "praticou crimes e manteve contas não declaradas no exterior, em total dissonância com as funções públicas que exercia, razão pela qual era exigida especial conduta diversa mormente pelos cargos de relevância que exercia". Essas são as alegações finais do Ministério Público Federal (MPF) apresentadas na ação movida contra Cunha no âmbito da Lava Jato. O peemdebista é acusado de receber US$ 1,5 milhão em propinas na compra de áreas de exploração de petróleo na África pela Petrobras.

Além de deputado federal e presidente da Câmara, Eduardo Cunha foi dirigente da companhia de saneamento básico do Rio de Janeiro (Cedae) e da Telerj, estatal carioca de telefonia. Também foi deputado estadual no Rio entre 2001 e 2002. O MP ressalta que a presidência da Câmara é um dos cargos mais importantes da República e terceiro na linha sucessória da Presidência da República, onde não deveria caber desvios de conduta.

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