'Não é bom discutir isso em público', diz Mourão sobre crise política

Vice-presidente Hamilton Mourão, disse não ser bom que a crise politica em torno das candidaturas laranjas do PSL e que envolve diretamente o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno (PSL), seja discutida em público; "Acho que não é bom essa exposição. Não é boa. Não faz bem. [...] Não é questão de ficar triste, né? É uma questão de que não é bom uma discussão dessas em público", afirmou; "Se existem denúncias, tais coisas, denúncias têm de ser investigadas. Vamos aguardar", destacou

'Não é bom discutir isso em público', diz Mourão sobre crise política
'Não é bom discutir isso em público', diz Mourão sobre crise política (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - O vice-presidente Hamilton Mourão, disse não ser bom que a crise politica em torno das candidaturas laranjas do PSL e que envolve diretamente o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno (PSL), seja discutida em público. "Acho que não é bom essa exposição. Não é boa. Não faz bem. [...] Não é questão de ficar triste, né? É uma questão de que não é bom uma discussão dessas em público", disse Mourão ao UOL. Questionado se "roupa seja se lava em casa, Mourão ressaltou: "é mais ou menos por aí".

As declarações de Mourão estão ligadas à crise política acerca das denúncias de que o PSL teria feito uso de candidaturas laranjas nas últimas eleições. Na época, Bebianno respondia pela direção do partido, além de ser um dos principais coordenadores da campanha da legenda, e teria autorizado o suposto esquema.

O vice-presidente disse, ainda, ser necessário aguardar os desdobramentos para que uma decisão possa ser tomada. "Tem que aguardar aí qual é a realidade que está acontecendo, né? Vamos aguardar", disse o general.

Além de Bebianno, um outro ministro do governo Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio, está sendo alvo de suspeitas semelhantes, só que desta vez em um esquema de candidaturas laranjas em Minas Gerais. Sobre o assunto, Mourão defendeu que eles sejam investigados. "Que se investigue, que se investigue. [...] Se existem denúncias, tais coisas, denúncias têm de ser investigadas. Vamos aguardar", destacou.

 

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