Nem Temer, nem Aécio receberam bem aceno de FHC para aproximação PSDB-PMDB

Aliados do vice-presidente avaliam como impossível neste momento o acordo sinalizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando pediu a renúncia da presidente Dilma; no acordo, Michel Temer assumiria a presidência com o apoio dos tucanos; mas na avaliação dos peemedebistas, a impossibilidade se dá pelo fato de tanto o PMDB quanto o PSDB estarem de olho na presidência

Aliados do vice-presidente avaliam como impossível neste momento o acordo sinalizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando pediu a renúncia da presidente Dilma; no acordo, Michel Temer assumiria a presidência com o apoio dos tucanos; mas na avaliação dos peemedebistas, a impossibilidade se dá pelo fato de tanto o PMDB quanto o PSDB estarem de olho na presidência
Aliados do vice-presidente avaliam como impossível neste momento o acordo sinalizado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando pediu a renúncia da presidente Dilma; no acordo, Michel Temer assumiria a presidência com o apoio dos tucanos; mas na avaliação dos peemedebistas, a impossibilidade se dá pelo fato de tanto o PMDB quanto o PSDB estarem de olho na presidência (Foto: Ana Pupulin)
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247 – A sugestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para que a presidente Dilma Rousseff renuncie, em um "gesto de grandeza", foi lida por aliados do vice-presidente, Michel Temer, como um aceno dos tucanos para uma aproximação do PMDB.

Um acordo neste momento, no entanto – que se daria no apoio do partido de Aécio Neves a um eventual governo de Michel Temer, diante de uma possível renúncia de Dilma – seria impossível, na avaliação dos peemedebistas.

A impossibilidade de aproximação entre os dois partidos estaria no fato de que tanto PMDB quanto PSDB querem a presidência da República.

O partido de Temer já anunciou que deixará a aliança com o PT até 2018, quando lançará candidato próprio, seja Temer ou outro nome da legenda. Do outro lado, o PSDB já tem dois pré-candidatos ao Planalto: o governador de São Paulo, Geraldo Alcimin, e o senador Aécio Neves.

A análise é feita pelo jornalista Tales Faria, do portal iG.

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