O intrigante silêncio de Aécio sobre o aliado Cunha

Depois de um dos dias mais tensos da história política do País, com a batida policial nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o sempre loquaz Aécio Neves (PSDB-MG) ainda não se manifestou sobre o assunto; nem em suas redes sociais, nem em seu site, nem na página do PSDB, há qualquer declaração do tucano sobre Cunha; no site do PSDB, apenas uma notícia faz referência à ação da PF, mas apenas com um texto protocolar e declaração de um único deputado, Vitor Lippi (SP), e uma nota sobre o depoimento do empresário José Carlos Bumlai

Depois de um dos dias mais tensos da história política do País, com a batida policial nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o sempre loquaz Aécio Neves (PSDB-MG) ainda não se manifestou sobre o assunto; nem em suas redes sociais, nem em seu site, nem na página do PSDB, há qualquer declaração do tucano sobre Cunha; no site do PSDB, apenas uma notícia faz referência à ação da PF, mas apenas com um texto protocolar e declaração de um único deputado, Vitor Lippi (SP), e uma nota sobre o depoimento do empresário José Carlos Bumlai
Depois de um dos dias mais tensos da história política do País, com a batida policial nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o sempre loquaz Aécio Neves (PSDB-MG) ainda não se manifestou sobre o assunto; nem em suas redes sociais, nem em seu site, nem na página do PSDB, há qualquer declaração do tucano sobre Cunha; no site do PSDB, apenas uma notícia faz referência à ação da PF, mas apenas com um texto protocolar e declaração de um único deputado, Vitor Lippi (SP), e uma nota sobre o depoimento do empresário José Carlos Bumlai (Foto: Valter Lima)
Siga o Brasil 247 no Google News

247 - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, não fez qualquer declaração pública nesta terça-feira (15), dia no qual a Polícia Federal realizou uma operação de busca e apreensão nos endereços do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), principal aliado da causa tucana pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Na página de Aécio no Facebook, a última postagem é sobre uma entrevista que ele concedeu para a Rede TV. "O Brasil vai ter que tomar uma decisão: se a lei vale para todos ou se não vale. Se a presidente da República, pela importância do cargo, tem direito a um salvo-conduto, seja em relação aos crimes fiscais, seja pelos crimes eleitorais. Se for comprovado que houve dinheiro de propina na campanha ou se confirma-se que ela cometeu crime de responsabilidade, é óbvio que a sinalização que tem que se dar é a do cumprimento da lei pra todos", diz o tucano no texto destacado em seu perfil.

No site do PSDB, há uma nota do partido com ataques ao PT em decorrência do depoimento do empresário José Carlos Bumlai. Há também um texto noticioso sobre a operação na PF nas residências de Cunha, mas sem qualquer declaração do presidente da sigla.

Sempre escorregadio em suas declarações sobre as investigações contra Cunha, Aécio, nesta terça, talvez por não ter o dizer para justificar a aliança com o presidente da Câmara, preferiu não aparecer em público. 

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

PUBLICIDADE

Cortes 247

PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email