O paradoxo de Michel Temer: eleito pelo PT, governará para o PSDB

Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o descompasso entre as urnas e a agenda Temer é motivo de “ilegitimidade” do futuro governo. “O voto foi na cabeça de chapa, na Dilma, um voto petista. No fundo, foi um voto no Lula. É um elemento importante de ilegitmidade de um governo Temer”, diz ele, em reportagem de André Barrocal, na Carta Capital

Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o descompasso entre as urnas e a agenda Temer é motivo de “ilegitimidade” do futuro governo. “O voto foi na cabeça de chapa, na Dilma, um voto petista. No fundo, foi um voto no Lula. É um elemento importante de ilegitmidade de um governo Temer”, diz ele, em reportagem de André Barrocal, na Carta Capital
Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o descompasso entre as urnas e a agenda Temer é motivo de “ilegitimidade” do futuro governo. “O voto foi na cabeça de chapa, na Dilma, um voto petista. No fundo, foi um voto no Lula. É um elemento importante de ilegitmidade de um governo Temer”, diz ele, em reportagem de André Barrocal, na Carta Capital (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Reportagem do jornalista André Barrocal, na revista Carta Capital (leia aqui), aponta que um eventual governo Michel Temer não será ilegítimo apenas em função do golpe parlamentar em curso no Brasil, mas sobretudo por implantar a agenda que foi derrotada nas urnas. Eis um trecho:

Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o descompasso entre as urnas e a agenda Temer é motivo de “ilegitimidade” do futuro governo. “O voto foi na cabeça de chapa, na Dilma, um voto petista. No fundo, foi um voto no Lula. É um elemento importante de ilegitmidade de um governo Temer.”

Deste ponto de vista, diz, Temer é mesmo um “traidor”, como tacham os petistas. Se parte dos eleitores de Dilma frustrou-se com a guinada conservadora dela, há razão para reclamação igual com Temer. “Se existe cobrança quanto ao que se chama de fraude eleitoral, com essa agenda do Temer isso também se aplica, ainda que ele não tenha vocalizado suas ideias na campanha.”

 

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