Oposição pedirá a Cunha votação do impeachment no dia 14 de abril

Lideranças da oposição irão pedir ao presidente da Câmara para que a votação do processo de impeachment da presidente Dilma seja realizada no dia 14 de abril; "Quem pauta é o presidente (Eduardo Cunha), mas ele ouve os líderes. E vamos conversar também com o presidente e o relator da comissão especial. Tudo depende do cronograma", disse o líder do DEM, Mendonça Filho (PE); oposição tem pressa para poder convocar mainfestações pelo impeachment por todo o país a fim de pressionar os parlamentares contrários ao golpe

Lideranças da oposição irão pedir ao presidente da Câmara para que a votação do processo de impeachment da presidente Dilma seja realizada no dia 14 de abril; "Quem pauta é o presidente (Eduardo Cunha), mas ele ouve os líderes. E vamos conversar também com o presidente e o relator da comissão especial. Tudo depende do cronograma", disse o líder do DEM, Mendonça Filho (PE); oposição tem pressa para poder convocar mainfestações pelo impeachment por todo o país a fim de pressionar os parlamentares contrários ao golpe
Lideranças da oposição irão pedir ao presidente da Câmara para que a votação do processo de impeachment da presidente Dilma seja realizada no dia 14 de abril; "Quem pauta é o presidente (Eduardo Cunha), mas ele ouve os líderes. E vamos conversar também com o presidente e o relator da comissão especial. Tudo depende do cronograma", disse o líder do DEM, Mendonça Filho (PE); oposição tem pressa para poder convocar mainfestações pelo impeachment por todo o país a fim de pressionar os parlamentares contrários ao golpe (Foto: Paulo Emílio)

247 - Os líderes da oposição irão pedir ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para realizar a sessão de votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no dia 14 de abril. Alguns parlamentares defendem que a votação aconteça no dia 17, um domingo, mas as lideranças descartaram esta possibilidade por temer que o discurso governista de que o impeachment é um golpe ficasse fortalecido.

"Não vamos querer que (a sessão de votação) seja feita num domingo. A votação não pode ser transformada em final de Copa do Mundo. Um domingo poderia facilitar a vida das pessoas, mas seja quinta ou sexta, o país estará parado. Quem pauta é o presidente (Eduardo Cunha), mas ele ouve os líderes. E vamos conversar também com o presidente e o relator da comissão especial. Tudo depende do cronograma", afirmou o deputado federal e líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE).

Para que a sessão aconteça no próximo dia 14, todos os prazos devem ser cumpridos rigorosamente. Nesta sexta-feira (29), a Câmara realiza a sua sexta sessão ordinária e, caso o cronograma seja mantido, na próxima segunda-feira a presidente deverá apresentar sua defesa.

Em seguida, a comissão especial teria até o dia 11 de abril para votar o relatório do deputado Jovair Arantes. Co0m o parecer sendo publicado no dia seguinte à votação, cumpririam-se as 48 horas para a decisão final do plenário da Casa.

Uma outra razão para a pressa, é que a oposição deseja iniciar o quanto antes a convocação de manifestações em favor da saída da presidente Dilma por todo o país no dia da votação em plenário.

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