Oposição voltará a pedir afastamento, mas sem desagradar Cunha

Após a divulgação de documentos que comprovam que o presidente da Câmara tinha contas secretas na Suíça, a ideia dos líderes da oposição é endossar os termos divulgados na última nota, em que pediram o afastamento de Eduardo Cunha, mas tentando não desagradar o peemedebista; gesto é feito mais para marcar posição, depois do silêncio da oposição diante das novas provas; Cunha já foi avisado da nova nota

Após a divulgação de documentos que comprovam que o presidente da Câmara tinha contas secretas na Suíça, a ideia dos líderes da oposição é endossar os termos divulgados na última nota, em que pediram o afastamento de Eduardo Cunha, mas tentando não desagradar o peemedebista; gesto é feito mais para marcar posição, depois do silêncio da oposição diante das novas provas; Cunha já foi avisado da nova nota
Após a divulgação de documentos que comprovam que o presidente da Câmara tinha contas secretas na Suíça, a ideia dos líderes da oposição é endossar os termos divulgados na última nota, em que pediram o afastamento de Eduardo Cunha, mas tentando não desagradar o peemedebista; gesto é feito mais para marcar posição, depois do silêncio da oposição diante das novas provas; Cunha já foi avisado da nova nota (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Os partidos de oposição prometem reiterar ainda nesta terça-feira (20) o pedido para que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se afaste do cargo. Decisão vem na esteira das revelações documentais que comprovam que Cunha mantinha contas secretas em bancos da Suíça.

A nota, contudo, não deverá ser forte o suficiente para não desagradar a Cunha, já que a oposição vê nele o principal elemento que pode abrir um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Ele, inclusive, teria sido avisado antecipadamente sobre a nota.

Os líderes oposicionistas têm usado cautela de maneira a não bater de frente com Cunha, uma vez que compete ao presidente da Câmara decidir pela abertura do processo de impeachment. Nesta terça-feira (19), ele disse que caso o Supremo Tribunal Federal (STF) não julgue o rito que ele estabeleceu para o pedido de impeachment até o dia 15 de novembro, ele deverá levar a questão de volta a "estaca zero".

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