Ordem no Exército é não vincular imagem de militares a Bolsonaro

O governo de Jair Bolsonaro está aos poucos multiplicando seus membros que possuem alguma ligação com as Forças Armadas.A proximidade, no entanto, não é vista com bons olhos e militares de alta patente reconhecem que há um desgaste por essa ligação com o governo

(Foto: Alan Santos/PR)
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Revista Fórum  - O governo de Jair Bolsonaro está aos poucos multiplicando seus membros que possuem alguma ligação com as Forças Armadas. Em episódio mais recente, o ex-capitão convidou o general Walter Souza Braga Netto para assumir a Casa Civil no lugar de Onyx Lorenzoni, fazendo com que todos os ministros que atuam no Palácio tenham ligação com as Forças Armadas. A proximidade, no então, não é vista com bons olhos e militares reconhecem que há um desgaste por essa ligação com o governo.

Desde que chegou ao comando do Exército, em janeiro do ano passado, pouco depois de Bolsonaro assumir a Presidência, Edson Leal Pujol deu ordens para que militares voltassem para o fortalecimento da instituição. O medo é que o desgaste do governo afete também o Exército.

“O erro do governo talvez seja o excesso de vezes que recorre às Forças Armadas para tentar solucionar problemas pontuais. Há excelentes quadros entre os militares, mas não se pode misturar as atividades”, afirma um general, em entrevista ao UOL.

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