Padilha desafia Maia e diz que arrocho fiscal será feito por MP

Ignorando a total dependência do Congresso Nacional para se manter no governo, Michel Temer espera entregar o restante do pacote de arrocho fiscal prometido ao mercado financeiro por meio de Medidas Provisórias; foi o que avisou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha; "Tem de valer já", disse o ministro; presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou ao governo que envie suas propostas ao Congresso como projeto de lei; presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), também já declarou que o Senado não será um "carimbador de MPs"

Ignorando a total dependência do Congresso Nacional para se manter no governo, Michel Temer espera entregar o restante do pacote de arrocho fiscal prometido ao mercado financeiro por meio de Medidas Provisórias; foi o que avisou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha; "Tem de valer já", disse o ministro; presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou ao governo que envie suas propostas ao Congresso como projeto de lei; presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), também já declarou que o Senado não será um "carimbador de MPs"
Ignorando a total dependência do Congresso Nacional para se manter no governo, Michel Temer espera entregar o restante do pacote de arrocho fiscal prometido ao mercado financeiro por meio de Medidas Provisórias; foi o que avisou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha; "Tem de valer já", disse o ministro; presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou ao governo que envie suas propostas ao Congresso como projeto de lei; presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), também já declarou que o Senado não será um "carimbador de MPs" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Ignorando a total dependência do Congresso Nacional para se manter no governo, Michel Temer espera entregar o restante do pacote de arrocho fiscal prometido ao mercado financeiro por meio de Medidas Provisórias. 

Foi o que avisou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, ao site Poder 360 nessa quarta-feira, 25. Padilha explica que o governo precisa colocar no relatório de receita do Orçamento, enviado para o Congresso, apenas o que já estiver estabelecido em lei. "Tem de valer já", disse o ministro.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou ao governo que envie suas propostas ao Congresso como projeto de lei. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), também já declarou que o Senado não será um "carimbador de MPs" (leia mais).

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