Padilha nega que PMDB e Temer tenham pretensões golpistas

Ex ministro, que acaba de deixar o governo, disse que a carta escrita pelo vice-presidente à presidente Dilma Rousseff "é uma discussão da relação (DR)"; "E aí, depois disso, por vezes se volta a uma relação mais próxima e por vezes se vai para mais distância", comentou; Elisou Padilha também negou que Temer tenha pretensões de apoiar o impeachment; "Ninguém espere do Michel um comportamento fora do que a lei estabelece"

Ex ministro, que acaba de deixar o governo, disse que a carta escrita pelo vice-presidente à presidente Dilma Rousseff "é uma discussão da relação (DR)"; "E aí, depois disso, por vezes se volta a uma relação mais próxima e por vezes se vai para mais distância", comentou; Elisou Padilha também negou que Temer tenha pretensões de apoiar o impeachment; "Ninguém espere do Michel um comportamento fora do que a lei estabelece"
Ex ministro, que acaba de deixar o governo, disse que a carta escrita pelo vice-presidente à presidente Dilma Rousseff "é uma discussão da relação (DR)"; "E aí, depois disso, por vezes se volta a uma relação mais próxima e por vezes se vai para mais distância", comentou; Elisou Padilha também negou que Temer tenha pretensões de apoiar o impeachment; "Ninguém espere do Michel um comportamento fora do que a lei estabelece" (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ex-ministro Eliseu Padilha (PMDB) disse que a carta escrita pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB) à presidente Dilma Rousseff não é um sinal de rompimento do partido com o governo. Segundo ele, a carta estaria mais próxima de uma "DR (discussão de relacionamento)" do que de representar um afastamento.

"É uma discussão da relação (DR). E aí, depois disso, por vezes se volta a uma relação mais próxima e por vezes se vai para mais distância", comentou Padilha em entrevista à Rádio Gaúcha. Ele anunciou que deixaria a Secretaria da Aviação Civil na última sexta-feira 4.

"Eles têm uma relação de pessoas civilizadas e penso que isso não vai ter prejuízo", observou o ex-ministro. Padilha também destacou o fato de o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, ter ido até a residência oficial de Temer durante a madrugada, o que, segundo ele, denota que não há nenhum indício de ruptura.

"Esta questão (de rompimento) inexiste, e do ponto do vista institucional, ela não pode e não vai acontecer porque se trata do vice-presidente e da presidente da República. Portanto, é uma relação que tem que se manter", disse.

Apesar do otimismo, Padilha ressaltou que as rusgas entre Temer e Dilma poderão ser determinantes para muitos outros membros do PMDB que estão no primeiro escalão do governo. Em relação ao processo de impeachment, o ex-ministro disse que o PMDB só deverá emitir uma posição formal após a elaboração de um relatório sobre o processo aberto no Congresso.

"Ninguém espere do Michel um comportamento fora do que a lei estabelece. Portanto, quem falar em golpe, qualquer coisa que não esteja rigorosamente dentro do plano legal, não conte com o Michel", destacou.

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