Padilha recusou coordenação política, diz líder do PMDB

Em mais uma agressão do PMDB a Dilma, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, recusou o convite feito pela presidente para assumir a coordenação política do governo; quem afirma é o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ); indicação teria esbarrado na resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, desafeto do governo; oficialmente, porém, a recusa foi justificada pelo fato de Padilha ter um filho recém-nascido e ter sofrido "um veto" da mulher

Em mais uma agressão do PMDB a Dilma, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, recusou o convite feito pela presidente para assumir a coordenação política do governo; quem afirma é o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ); indicação teria esbarrado na resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, desafeto do governo; oficialmente, porém, a recusa foi justificada pelo fato de Padilha ter um filho recém-nascido e ter sofrido "um veto" da mulher
Em mais uma agressão do PMDB a Dilma, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, recusou o convite feito pela presidente para assumir a coordenação política do governo; quem afirma é o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ); indicação teria esbarrado na resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, desafeto do governo; oficialmente, porém, a recusa foi justificada pelo fato de Padilha ter um filho recém-nascido e ter sofrido "um veto" da mulher (Foto: Paulo Emílio)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - O líder do PMDB na Câmara, deputado federal Leonardo Picciani (RJ), afirmou, nesta terça-feira (7), que o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, teria recusado o convite feito pela presidente Dilma Rousseff para assumir a coordenação política do governo.

A indicação de Padilha foi um conselho do ex-presidente Lula, mas teria esbarrado na resistência do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), desafeto do governo e que tem impingido seguidas derrotas aos projetos governistas que chegam à Casa.

Oficialmente, porém, a recusa de Padilha foi justificada pelo fato de ele ter um filho recém-nascido e por isto teria sofrido "um veto" da mulher.

"A Secretaria de Relações Institucionais não é um pleito do PMDB. É só mais um ministro para ser fritado, não tem poder de decisão", disse Picciani, segundo reportagem da Folha de S. Paulo.

Com a recusa de Padilha, Dilma terá de decidir se o petista Pepe Vargas, que vem recebendo críticas, continua à frente do cargo. De acordo com a coluna Poder Online, a presidente deve insistir no convite a Padilha, quem chamou para uma conversa no Planalto nesta manhã.

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247