Para dirigente tucano, 'não existe hipótese' de eleição direta

Vice-presidente nacional do PSDB e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman afirma, mesmo com 85% dos brasileiros defendendo eleições diretas para a escolha do substituto de Michel Temer, que o melhor caminho para superação da crise se Temer renunciar é a convocação de eleições indiretas; para ele, "mudar a Constituição a um ano e meio das eleições de 2018 para mexer no processo eleitoral não tem o mínimo sentido"

Vice-presidente nacional do PSDB e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman afirma, mesmo com 85% dos brasileiros defendendo eleições diretas para a escolha do substituto de Michel Temer, que o melhor caminho para superação da crise se Temer renunciar é a convocação de eleições indiretas; para ele, "mudar a Constituição a um ano e meio das eleições de 2018 para mexer no processo eleitoral não tem o mínimo sentido"
Vice-presidente nacional do PSDB e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman afirma, mesmo com 85% dos brasileiros defendendo eleições diretas para a escolha do substituto de Michel Temer, que o melhor caminho para superação da crise se Temer renunciar é a convocação de eleições indiretas; para ele, "mudar a Constituição a um ano e meio das eleições de 2018 para mexer no processo eleitoral não tem o mínimo sentido" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O vice-presidente nacional do PSDB e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, afirmou em entrevista à BBC Brasil que "não existe hipótese" de se realizar eleições diretas em caso de renúncia de Michel Temer.

Segundo Goldman, o melhor caminho para superação da crise se Temer renunciar é a convocação de eleições indiretas, ou seja, por meio do Congresso Nacional. De acordo com pesquisa do instituto Datafolha, porém, 85% dos brasileiros defendem eleições diretas para a escolha do substituto de Temer.

"Mudar a Constituição a um ano e meio das eleições de 2018 para mexer no processo eleitoral não tem o mínimo sentido. Não tem a mínima hipótese de isso acontecer", afirmou o tucano. "Eleição indireta não é um desejo, uma vontade ou um gosto, é uma decisão da Constituição", completou.

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