Para Gilmar, Temer não cometeu abuso ao fazer doação acima do limite

Presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes disse que não examinou a questão do presidente interino, mas que existe jurisprudência sobre o assunto; Michel Temer foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) a pagar multa de R$ 870 mil e está inelegível pelos próximos oito anos por ter doado acima do limite nas eleições de 2014; a doação somou R$ 100 mil, que foram distribuídos para dois candidatos a deputados do PMDB no Rio Grande do Sul, Alceu Moreira e Darcísio Perondi

www.brasil247.com - Presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes disse que não examinou a questão do presidente interino, mas que existe jurisprudência sobre o assunto; Michel Temer foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) a pagar multa de R$ 870 mil e está inelegível pelos próximos oito anos por ter doado acima do limite nas eleições de 2014; a doação somou R$ 100 mil, que foram distribuídos para dois candidatos a deputados do PMDB no Rio Grande do Sul, Alceu Moreira e Darcísio Perondi
Presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes disse que não examinou a questão do presidente interino, mas que existe jurisprudência sobre o assunto; Michel Temer foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) a pagar multa de R$ 870 mil e está inelegível pelos próximos oito anos por ter doado acima do limite nas eleições de 2014; a doação somou R$ 100 mil, que foram distribuídos para dois candidatos a deputados do PMDB no Rio Grande do Sul, Alceu Moreira e Darcísio Perondi (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, disse que a doação eleitoral acima do limite previsto pela legislação feita pelo presidente interino Michel Temer não pode ser caracterizada um abuso. Temer foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e está inelegível pelos próximos oito anos, segundo a promotoria eleitoral.

Gilmar disse que não examinou a questão, mas que existem jurisprudência sobre o assunto. "A jurisprudência do TSE indica que a partir de um dado limite poder-se-ia caracetrizar, não parece ser o caso aqui, não me parece que seja o caso. Acho que o debate está mais colocado no plano político. Acho que não houve esse tipo de caracterização, em geral, ocorrem estes erros por pequenas margens. às vezes saber qual é a sua capacidade de doação, isso acontece, isso por si só não caracteriza qualquer abuso", destacou.

No dia 10 de maio, o TRE-SP condenou Temer a pagar uma multa de R$ 80 mil por ter feito doações acima do limite legal nas eleições de 2014, quando ele concorreu como vice na chapa de reeleição de Dilma Rousseff. As doações de Temer, segundo o Ministério Público Eleitoral, somaram R$ 100 mil, que foram distribuídos para dois candidatos a deputados do PMDB no Rio Grande do Sul, Alceu Moreira e Darcísio Perondi.

O valor doado corresponde a 11,9% do total de rendimentos declarados pelo peemedebista, que foi de R$ 839.924,46. A lei eleitoral permite doações de até 10% dos rendimentos declarados pelo doador no exercício anterior. A assessoria de Temer anunciou que ele pretende pagar a multa com recursos próprios, o que já evita o enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

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