Para tucano, Cunha tem 'reduzidas chances de sobrevida'

Secretário-geral do PSDB, deputado Sílvio Torres (SP), encaminha nota à direção do partido em que destaca que a oposição não deve direcionar suas ações tendo como base "as reduzidas chances de sobrevida" do presidente da Câmara; "O processo de impeachment, se tiver respaldo jurídico e político, seguirá curso próprio", pontuou; "A agenda da oposição não pode depender das reduzidas chances de sobrevida de Eduardo Cunha", completou

Secretário-geral do PSDB, deputado Sílvio Torres (SP), encaminha nota à direção do partido em que destaca que a oposição não deve direcionar suas ações tendo como base "as reduzidas chances de sobrevida" do presidente da Câmara; "O processo de impeachment, se tiver respaldo jurídico e político, seguirá curso próprio", pontuou; "A agenda da oposição não pode depender das reduzidas chances de sobrevida de Eduardo Cunha", completou
Secretário-geral do PSDB, deputado Sílvio Torres (SP), encaminha nota à direção do partido em que destaca que a oposição não deve direcionar suas ações tendo como base "as reduzidas chances de sobrevida" do presidente da Câmara; "O processo de impeachment, se tiver respaldo jurídico e político, seguirá curso próprio", pontuou; "A agenda da oposição não pode depender das reduzidas chances de sobrevida de Eduardo Cunha", completou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O secretário-geral do PSDB, deputado Sílvio Torres (SP), irá emitir uma nota à direção do partido destacando que a oposição não deve direcionar suas ações tendo como base "as reduzidas chances de sobrevida" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"O processo de impeachment, se tiver respaldo jurídico e político, seguirá curso próprio", pontuou. "A agenda da oposição não pode depender das reduzidas chances de sobrevida de Eduardo Cunha", completou, segundo nota publicada pelo jornalista Paulo Gama, da coluna Painel.

Cunha é acusado de manter contas secretas abertas em seu nome e no de familiares em um banco da Suíça, além de ter recebido US$ 5 milhões em propina desviada de um contrato para a construção de navios-sonda da Petrobras. O peemedebista é investigado pelo Ministério Público Federal, além de responder a um inquérito que pede a sua cassação no Conselho de Ética da Casa.

O pedido de cautela do secretário-geral do PSDB vem em momento delicado para os partidos de oposição, que veem em Cunha a melhor chance para fazerem prosperar um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A nota, contudo, foi escrita de maneira a não melindrar o até agora aliado.

"É preciso orientar as bancadas no sentido de afastamento e condenação a todos os denunciados nos escândalos sob investigação, cujas culpas tenham sido comprovadas", pontuou Torres sem citar Cunha diretamente.

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