Planalto mostrará motivação política de juiz que suspendeu posse de Lula

No recurso que ingressará contra a decisão que suspendeu o ato de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil, a Advocacia-Geral da União, comandada por José Eduardo Cardozo, irá argumentar que o juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, agiu por "motivações políticas"; defesa do Planalto deve inclusive embasar a tese mostrando os posts do magistrado em apoio a Aécio Neves (PSDB-MG) e pedindo a derrubada da presidente com um argumento curioso: se ela caísse, o dólar também cairia e ficaria mais barato para ir a Miami ou Orlando (EUA)  

No recurso que ingressará contra a decisão que suspendeu o ato de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil, a Advocacia-Geral da União, comandada por José Eduardo Cardozo, irá argumentar que o juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, agiu por "motivações políticas"; defesa do Planalto deve inclusive embasar a tese mostrando os posts do magistrado em apoio a Aécio Neves (PSDB-MG) e pedindo a derrubada da presidente com um argumento curioso: se ela caísse, o dólar também cairia e ficaria mais barato para ir a Miami ou Orlando (EUA)
 
No recurso que ingressará contra a decisão que suspendeu o ato de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil, a Advocacia-Geral da União, comandada por José Eduardo Cardozo, irá argumentar que o juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, agiu por "motivações políticas"; defesa do Planalto deve inclusive embasar a tese mostrando os posts do magistrado em apoio a Aécio Neves (PSDB-MG) e pedindo a derrubada da presidente com um argumento curioso: se ela caísse, o dólar também cairia e ficaria mais barato para ir a Miami ou Orlando (EUA)   (Foto: Aquiles Lins)

247 - A avaliação do Palácio do Planalto após a decisão que suspendeu o ato de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil é de que o o juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara do Distrito Federal, agiu por "motivações políticas".

Na reunião de emergência da presidente Dilma Rousseff com os principais auxiliares, entre eles o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, foi criticada a página pessoal do juiz no Facebook, que mostra imagens dele participando de protestos pelo impeachment da petista.

A defesa do Planalto deve inclusive embasar a tese de que ele atuou com motivações políticas, mostrando no recurso as imagens e mensagens do juiz na rede social, pedindo a derrubada da presidente com um argumento curioso: se ela caísse, o dólar também cairia e ficaria mais barato para ir a Miami ou Orlando, nos Estados Unidos. Em outro post no Facebook, ele divulga foto com a família em manifestação contra o governo e escreve "fora dilma"; o juiz também revelou seu voto no senador Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno das eleições presidenciais em 2014, com a mensagem: "missão cumprida" (leia mais).

Na decisão provisória, o magistrado da 4a Vara Federal entendeu que há suspeita de cometimento do crime de responsabilidade por parte de Dilma. O juiz acolheu uma ação popular movida pelo advogado Enio Meregali Júnior.

 

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