PMDB: Henrique Alves é 1º ministro a deixar governo

O ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, redigiu carta em que pede demissão do governo Dilma Rousseff; ele, que é próximo ao grupo do vice-presidente Michel Temer, é o primeiro dos sete integrantes do partido a pedir para deixar o primeiro escalão do governo; na carta, Henrique Eduardo Alves cita o vice-presidente e diz que "o momento nacional coloca agora o PMDB, meu partido há 46 anos, diante do desafio de escolher o seu caminho, sob a presidência de meu companheiro de tantas lutas, Michel Temer"; mais cedo o vice-presidente e o presidente do Senado, Renan Calheiros, chegaram a um acordo pela saída do governo federal: desembarque será por aclamação

O ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, redigiu carta em que pede demissão do governo Dilma Rousseff; ele, que é próximo ao grupo do vice-presidente Michel Temer, é o primeiro dos sete integrantes do partido a pedir para deixar o primeiro escalão do governo; na carta, Henrique Eduardo Alves cita o vice-presidente e diz que "o momento nacional coloca agora o PMDB, meu partido há 46 anos, diante do desafio de escolher o seu caminho, sob a presidência de meu companheiro de tantas lutas, Michel Temer"; mais cedo o vice-presidente e o presidente do Senado, Renan Calheiros, chegaram a um acordo pela saída do governo federal: desembarque será por aclamação
O ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, redigiu carta em que pede demissão do governo Dilma Rousseff; ele, que é próximo ao grupo do vice-presidente Michel Temer, é o primeiro dos sete integrantes do partido a pedir para deixar o primeiro escalão do governo; na carta, Henrique Eduardo Alves cita o vice-presidente e diz que "o momento nacional coloca agora o PMDB, meu partido há 46 anos, diante do desafio de escolher o seu caminho, sob a presidência de meu companheiro de tantas lutas, Michel Temer"; mais cedo o vice-presidente e o presidente do Senado, Renan Calheiros, chegaram a um acordo pela saída do governo federal: desembarque será por aclamação (Foto: Valter Lima)

247 - O ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, redigiu carta em que pede demissão do governo Dilma Rousseff. O peemedebista, próximo ao grupo do vice-presidente Michel Temer, é o primeiro dos sete integrantes do partido a pedir para deixar o primeiro escalão do governo. A decisão do ministro foi oficializada minutos após o PMDB fechar questão sobre o desembarque do governo, que será oficializado nesta terça (29).

Na carta, Henrique Eduardo Alves cita o vice-presidente e diz que "o momento nacional coloca agora o PMDB, meu partido há 46 anos, diante do desafio de escolher o seu caminho, sob a presidência de meu companheiro de tantas lutas, Michel Temer".

"Todos —o governo que assumi e o PMDB que sou— sabem que sempre prezei o diálogo permanente. Diálogo este que –lamento admitir– se exauriu", diz o ministro na carta.

Henrique Alves encerra o documento dizendo que pede demissão por "coerência" e cita a "luta por um Brasil melhor". 

Abaixo matéria da Agência Brasil:

Decisão do PMDB de deixar governo se dará por aclamação

Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

Após se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros, o vice-presidente Michel Temer decidiu não comparecer à reunião do Diretório Nacional do PMDB marcada para esta terça-feira (29), quando o partido vai decidir se permanece ou não na base aliada do governo. Além dele, os sete ministros da legenda que compõem o governo não devem participar do encontro.

Com parte das representações estaduais da legenda já sinalizando que vão votar pelo desembarque do governo, a decisão de amanhã se dará por aclamação e não mais por votação, cuja deliberação se daria por maioria simples. O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), também participou do encontro entre Renan e Temer.

Antes de costurar o acordo sobre a decisão de amanhã, o vice-presidente, que é presidente nacional do partido, reuniu lideranças durante todo o dia de hoje no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência. Pela manhã, a presidenta recebeu seis ministros da legenda, com exceção de Kátia Abreu, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Abaixo a carta:

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