PMDB já vê “incêndio” nas relações com o governo

Presidente em exercício da legenda, senador Valdir Raupp diz que vai atuar como bombeiro; "Neste momento, temos que trabalhar como bombeiros e entrar em campo. Os dois lados têm que ceder. [...] Vamos tentar apagar esses incêndios", disse ele; jogo é complexo; pela manhã, em plena ressaca de carnaval, líder na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), ateou fogo com críticas no Twitter contra o presidente do PT, Rui Falcão, pedindo para se "repensar" a aliança e convocando bancada para reunião decisiva; labaredas apenas começam a subir

Presidente em exercício da legenda, senador Valdir Raupp diz que vai atuar como bombeiro; "Neste momento, temos que trabalhar como bombeiros e entrar em campo. Os dois lados têm que ceder. [...] Vamos tentar apagar esses incêndios", disse ele; jogo é complexo; pela manhã, em plena ressaca de carnaval, líder na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), ateou fogo com críticas no Twitter contra o presidente do PT, Rui Falcão, pedindo para se "repensar" a aliança e convocando bancada para reunião decisiva; labaredas apenas começam a subir
Presidente em exercício da legenda, senador Valdir Raupp diz que vai atuar como bombeiro; "Neste momento, temos que trabalhar como bombeiros e entrar em campo. Os dois lados têm que ceder. [...] Vamos tentar apagar esses incêndios", disse ele; jogo é complexo; pela manhã, em plena ressaca de carnaval, líder na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), ateou fogo com críticas no Twitter contra o presidente do PT, Rui Falcão, pedindo para se "repensar" a aliança e convocando bancada para reunião decisiva; labaredas apenas começam a subir (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (PR), comentou nesta quarta-feira 5 o clima tenso entre seu partido e o PT. Segundo ele, é preciso agir "como bombeiro" e entrar em campo para "apagar esses incêndios" entre as legendas. O problema maior é com a bancada peemedebista na Câmara. Depois de decidir que não indicaria nenhum nome para ocupar o cargo de ministro na reforma do governo, os parlamentares lideraram a criação de um bloco de insatisfeitos na Casa.

"Neste momento, temos que trabalhar como bombeiros e entrar em campo. Os dois lados têm que ceder. [...] Vamos tentar apagar esses incêndios", afirmou Raupp. Ele diz que o partido está dividido entre os que apoiam a presidente Dilma Rousseff e os que querem o rompimento – ou a rediscussão da aliança, como defende com veemência o líder na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). "Presidir um partido dividido, rachado, não é boa coisa. A ideia é unificar de um lado e do outro", disse. Raupp acrescentou preferir "ficar com o governo".

O senador deve se reunir com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para discutir a insatisfação de parlamentares do PMDB com o tratamento que têm recebido da presidente Dilma Rousseff e as alianças estaduais para as eleições de outubro. Ele afirmou não ter conversado com Cunha antes das críticas feitas pelo deputado via Twitter nesta terça e quarta-feira, mas disse acreditar que o principal motivo para os conflitos seja, sim, a reforma ministerial.

Ontem, Cunha ressaltou a necessidade de se "repensar" a aliança entre PMDB e PT por meio de sua conta no Twitter. "Não somos respeitados pelo PT", justificou o deputado. As declarações foram feitas em resposta ao comentário do presidente do PT, Rui Falcão, feito durante o carnaval. Segundo Falcão, os peemedebistas estariam insatisfeitos porque não conseguiram um novo ministério na reforma de Dilma. Hoje, Cunha voltou ao assunto, dizendo que não sugeriu rompimento - "não falei ainda em romper, e sim em rediscutir". No entanto, voltou a fazer críticas a Falcão (leia aqui).

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