PPS rompe com PSDB e DEM pacto de não agressão a Eduardo Cunha

Bancada do partido na Câmara decidiu, a partir de agora, participar ativamente de manifestações que pedem o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha, investigado por corrupção na Suíça e denunciado ao STF; segundo o vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), a aliança do PPS com o DEM e o PSDB permanece apenas no aspecto da defesa do impeachment da presidente Dilma

Bancada do partido na Câmara decidiu, a partir de agora, participar ativamente de manifestações que pedem o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha, investigado por corrupção na Suíça e denunciado ao STF; segundo o vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), a aliança do PPS com o DEM e o PSDB permanece apenas no aspecto da defesa do impeachment da presidente Dilma
Bancada do partido na Câmara decidiu, a partir de agora, participar ativamente de manifestações que pedem o afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha, investigado por corrupção na Suíça e denunciado ao STF; segundo o vice-líder do PPS na Câmara, Arnaldo Jordy (PA), a aliança do PPS com o DEM e o PSDB permanece apenas no aspecto da defesa do impeachment da presidente Dilma (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A bancada do PPS se reuniu nesta quarta-feira 21 e decidiu que participará ativamente, a partir de agora, de manifestações que pedem o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) e investigado na Suíça por corrupção e por manter contas secretas.

A decisão rompe o pacto com o PSDB, de Aécio Neves e do líder Carlos Sampaio, e com o DEM, do líder Mendonça Filho. Os dois partidos assinaram uma nota pedindo o afastamento de Cunha, mas declaram à imprensa que o deputado tem "legitimidade" para "tomar todas as decisões" que o cargo exige e que ele ainda tem o "benefício da dúvida".

A bancada do PPS, conforme afirmou o vice-líder Arnaldo Jordy à coluna de Tales Faria, do portal Fato Online, se unirá às duas legendas apenas no projeto do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Na avaliação de Jordy, a permanência de Cunha no cargo até atrapalha a estratégia de afastar Dilma do poder.

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