Presidente do PSB diz que Temer formou 'quase uma quadrilha'

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acusou Michel Temer de chefiar uma quadrilha no governo, durante discurso do congresso nacional da legenda; "Temer formou o pior governo da história do Brasil. Ele não montou um governo, montou quase uma quadrilha"; em sua fala, Siqueira afirmou que o partido "convidou" os deputados pró-Temer a saírem da legenda por não concordar com atual governo "conservador" e "de retrocessos"; Siqueira também fez críticas à reforma da Previdência e comemorou o fato de ela não ter sido aprovada

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acusou Michel Temer de chefiar uma quadrilha no governo, durante discurso do congresso nacional da legenda; "Temer formou o pior governo da história do Brasil. Ele não montou um governo, montou quase uma quadrilha"; em sua fala, Siqueira afirmou que o partido "convidou" os deputados pró-Temer a saírem da legenda por não concordar com atual governo "conservador" e "de retrocessos"; Siqueira também fez críticas à reforma da Previdência e comemorou o fato de ela não ter sido aprovada
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acusou Michel Temer de chefiar uma quadrilha no governo, durante discurso do congresso nacional da legenda; "Temer formou o pior governo da história do Brasil. Ele não montou um governo, montou quase uma quadrilha"; em sua fala, Siqueira afirmou que o partido "convidou" os deputados pró-Temer a saírem da legenda por não concordar com atual governo "conservador" e "de retrocessos"; Siqueira também fez críticas à reforma da Previdência e comemorou o fato de ela não ter sido aprovada (Foto: Aquiles Lins)

247 - O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acusou Michel Temer de chefiar uma quadrilha no governo, durante discurso do congresso nacional da legenda.

"Temer formou o pior governo da história do Brasil. Ele não montou um governo, montou quase uma quadrilha", disse. Em sua fala, Siqueira afirmou que o partido "convidou" os deputados pró-Temer a saírem da legenda por não concordar com atual governo "conservador" e "de retrocessos". Ele também fez críticas à reforma da Previdência e comemorou o fato de ela não ter sido aprovada.

Siqueira defendeu que diante da crise pela qual passa o País e de nomes como o do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) estarem em segundo lugar na pesquisa, o partido precisa se posicionar e unir com outras legendas para impedir que esse "horror político" vença as eleições.

Sem a figura de Eduardo Campos, morto em 2014, o PSB ainda não decidiu quem vai apoiar na corrida pela Presidência. Uma ala do partido defende aliança com o PT, outra com o PSDB e há quem trabalhe pelo lançamento de uma candidato próprio, que poderia ser o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa.

 

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