Projeto do PSDB tenta a retomada do poder por WO

Com três potenciais candidatos brigando entre si, que são Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, o PSDB planeja voltar à presidência da República, em 2018, sem adversários; esse projeto avançou na semana passada com o recebimento da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, se condenado em segunda instância, se tornaria ficha-suja; além disso, o senador Aécio Neves quer pressa total na reforma política que mata partidos menores, como a Rede, de Marina Silva; ou seja: o sonho de consumo do PSDB, que perdeu as últimas quatro eleições presidenciais, é entrar sozinho na avenida

Com três potenciais candidatos brigando entre si, que são Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, o PSDB planeja voltar à presidência da República, em 2018, sem adversários; esse projeto avançou na semana passada com o recebimento da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, se condenado em segunda instância, se tornaria ficha-suja; além disso, o senador Aécio Neves quer pressa total na reforma política que mata partidos menores, como a Rede, de Marina Silva; ou seja: o sonho de consumo do PSDB, que perdeu as últimas quatro eleições presidenciais, é entrar sozinho na avenida
Com três potenciais candidatos brigando entre si, que são Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, o PSDB planeja voltar à presidência da República, em 2018, sem adversários; esse projeto avançou na semana passada com o recebimento da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, se condenado em segunda instância, se tornaria ficha-suja; além disso, o senador Aécio Neves quer pressa total na reforma política que mata partidos menores, como a Rede, de Marina Silva; ou seja: o sonho de consumo do PSDB, que perdeu as últimas quatro eleições presidenciais, é entrar sozinho na avenida (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O projeto de retomada do poder pelo PSDB, colocado em marcha desde a derrota em 2014, vem sendo construído em várias etapas.

A primeira delas, que foi o impeachment da presidente Dilma Rousseff, reduziu drasticamente o valor do voto no Brasil. Como um líder eleito pode, a partir de agora, ser afastado sem crime de responsabilidade, nada garantirá estabilidade democrática no Brasil, quando o poder escapar das mãos das oligarquias.

No entanto, o afastamento de Dilma não foi o bastante, uma vez que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda lidera todas as pesquisas eleitorais sobre sucessão presidencial. É preciso, portanto, retirar mais uma peça do jogo e o PSDB fará de tudo, contando com suas alianças nos meios de comunicação, para que Lula seja condenado em primeira e em segunda instância antes de 2018, tornando-se assim ficha-suja.

Prendê-lo nem interessaria tanto aos caciques do PSDB, uma vez que todos aparecem também encrencados em delações premiadas e o precedente seria perigoso demais – por mais seletiva que seja a Justiça brasileira.

Afastando-se Lula, resta ainda uma pedra no caminho de presidenciáveis como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin. Trata-se de Marina Silva, que também desponta à frente dos três tucanos, nas simulações eleitorais.

Para isso, também surgiu um remédio, que foi a reforma política apresentada pelo PSDB, que impõe uma cláusula de barreira aos partidos menores. Com ela, a Rede, de Marina Silva, simplesmente desapareceria.

Ou seja: o sonho de consumo do PSDB é criar um cenário para que um de seus presidenciáveis desfile praticamente sozinho na avenida, em 2018.


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